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Encourados de Pedrão abrem Dois Julho

Publicado sábado, 02 de julho de 2011 às 10:29 h | Atualizado em 22/01/2021, 00:00 | Autor: Da Redação, com informações de Marta Erhardt e Juliana Dias
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Os Encourados de Pedrão, grupo que representa a participação dos vaqueiros na luta pela independência da Bahia, mantiveram a tradição e abriram o desfile do 2 de Julho neste sábado (2). A passagem deles foi aplaudida pela população. A presença dos vaqueiros não havia sido confirmada, após o Ministério Público (MP) sugerir que o desfile fosse feito sem os cavalos. A indicação foi uma resposta a ação impetrada pela Associação de Proteção dos Animais da Bahia.

Após a recomendação, participantes dos Encourados de Pedrão disseram que não desfilariam sem os cavalos. De acordo com Anderson Maia, após uma reunião no MP a situação foi esclarecida e o tradicional desfile acertado. "Como não tinha liminar no MP, agente veio normalmente. Nossa participação é importante porque os vaqueiros se juntaram às tropas brasileiras e lutaram pela independência", ressalta.

Oficial - Antes do início do desfile, o governador Jaques Wagner, o prefeito João Henrique e o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo, hastearam as bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador ao som do Hino Nacional e do Hino ao Dois de Julho. O trio também depositou flores no monumento do general Labatut, personagem histórico da Batalha de Pirajá.

Veja imagens da festa e ouça o Hino ao Dois de Julho, em gravação da TVE Bahia
 

A presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IHGB), a professora e historiadora Consuelo Pondé, relembrou a importância da valorização dos heróis da liberdade e independência, com especial destaque para as figuras do Caboclo e da Cabocla, representantes das forças populares na luta pela independência. Em seguida, o cortejo com os persongens saiu da Lapinha em direção a Praça Municipal, onde fazem uma pausa.  A partir das 15h30 o roteiro é reiniciado em direção ao Campo Grande, com chegada prevista para as 16h30, quando a pira do simbólico será acesa e os caboclos acomodados.

Centenas de pessoas acompanham o desfile, que segue a tradição de contar com manifestações populares, incluindo homenagens na altura do Convento do Carmo, da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, e no Terreiro de Jesus. Muitos participantes estão vestidos com as cores do Brasil e da Bahia, outros de índio e caboclos, além de outros personagens irreverentes que costumam marcar presença na festa.

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