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Espaço do Leitor

Publicado terça-feira, 07 de março de 2006 às 00:00 h | Atualizado em 07/03/2006, 00:00 | Autor: JORNAL A TARDE
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Salve a mulher!



Com força e coragem, a mulher vem conquistando seu espaço. Alguns machistas ainda insistem em pensar a questão de gênero de forma ultrapassada. Afinal, homem e mulher se diferenciam apenas na anatomia. Herdamos um preconceito enraizado, que é, às vezes, difícil vencer. Que elas invadam mais e mais os espaços antes só reservados aos homens. O mundo é de todos. Rogo para que se findem os maus-tratos contra o sexo frágil-forte. E, sobretudo, que todo o homem curve-se neste dia ante todas as mulheres em sinal de respeito. Afinal, todos nós, homens e mulheres, saímos do ventre de uma mulher. Viva o Dia Internacional da Mulher! Vivamos um mundo sem preconceitos, seja de que espécie for!



Cléber Vicente de Queiroz Santana

Salvador - BA



Parabéns ao cardeal




A entrevista do cardeal arcebispo primaz do Brasil, dom Geraldo Majella, na qual afirma que “nunca houve um governo tão submisso às condições impostas pelos credores do que o atual e que não tem nenhum banco que foi à falência. Ao contrário, nunca lucraram tanto com os juros altos enquanto o povo passa fome e a geração de postos de emprego pode sempre esperar”, além de servir para uma reflexão mais profunda nas próximas eleições, poderá servir, também, como provocação para os questionamentos: com a decepção e o retorno da descrença como “escolher bem um candidato”? É possível acreditar que tais candidatos, depois de eleitos, manterão “os valores e a qualidade que um político deve ter, como a ética e a responsabilidade do bem comum”? Com esses conchavos eleitorais, o voto representará o exercício da democracia? A obrigatoriedade do voto em um momento de descrença, tanto dos partidos quanto dos poderes constituídos, não poderá provocar a reação do voto nulo ou da abstenção?



Antonio Daltro Moura

Salvador – BA



Corrupção + sonegação




Sabemos de elevados dispêndios por países em seu combate, sem êxito total, porém com expressiva redução. Tentamos seguir o exemplo, com pequeno sucesso. Julgamos conveniente reforma legislativa, estabelecendo penas diferenciadas – para quem investe o seu produto interna e externamente, com graduação pelo caráter socioeconômico. Há os que buscam incremento produtivo do País e de seu povo e aqueles “queimando” em orgias e cassinos no exterior. Ambos peculatários + estelionatários, porém, com e sem desfalque na economia do País como um todo. A penalidade diferenciada poderá funcionar como estímulo na opção – parece-nos elementar. O problema é preocupante e desorientador.



Nilson Nunes do Nascimento

Salvador – BA



Modelo de atraso




A TARDE foi o único órgão da imprensa nacional a dar destaque ao grande problema que atinge a maioria dos brasileiros dependentes do famigerado INSS/Previdência Social. Não dá para entender como um País que tenha alcançado tantos feitos memoráveis, sendo referência em áreas como medicina, telecomunicações, informatização etc., tenha num órgão da maior importância o modelo mais atrasado do mundo. Tenho processo no INSS desde 2003. Já fiz peregrinações ao posto das Mercês centenas de vezes. Entrei com recurso em 2005 e os meus documentos sumiram. Ninguém sabe, ninguém viu.



Luiz Carlos Couto de Oliveira

Salvador – BA



Pontos incômodos




O que vem acontecendo na Rua Souto Dalva, no Barbalho, deve estar acontecendo por toda a cidade. Ou a prefeitura passou a liberar instalação de pontos comerciais, ou os pontos não têm alvará, mas funcionam tranqüilamente, apesar do incômodo que causam, com carros barulhentos. Na Souto Dalva, uma rua com apenas 100 metros, existem hoje oito pontos comerciais: oficina mecânica, lava-jato, casas de jogos e bares. Os moradores sofrem com a barulheira e a fiscalização da prefeitura não faz absolutamente nada.



Jussara Silva

Salvador – BA



Cartas para esta coluna devem ser dirigidas a

“Espaço do Leitor” - Redação de A TARDE - Rua Professor Mílton Cayres de Brito nº 204, Caminho das Árvores - Salvador - BA - CEP 41822-900, ou ao e-mail [email protected] Devem conter até 10 linhas em corpo 12, com endereço e telefone. Reconhecer a firma quando se fizerem acusações e denúncias. A publicação das cartas poderá ser integral ou parcial, a critério da editoria.

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