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Risco de deslizamento de terra impede reparo de adutora

Publicado domingo, 05 de abril de 2015 às 12:21 h | Atualizado em 05/04/2015, 12:38 | Autor: Da Redação
Homens trabalhando em adutora da Embasa
Homens trabalhando em adutora da Embasa -
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A Embasa divulgou comunicado há pouco informando que o serviço não será mais concluído neste domingo, 5, como previsto e divulgado ontem (sábado, 4). De acordo com a empresa, o serviço de recuperação da adutora danificada pelas obras o metrô, na BR-324, não foi concluído no tempo previsto devido ao risco de desmoronamento de terra no local da intervenção, a 11 metros de profundidade.

Na nota, a Embasa informa ainda que cinco frentes, com 270 técnicos e operários, trabalham para implantação de nova rede de distribuição, que conta com o apoio da CCR Metrô. A empresa divulgou que amplicou a frota de carros-pipa, dando prioridade para hospitais e postos de saúde. Disse ainda que reforçou a produção de água na estação da Bolandeira. 

Já a CCR Metrô também emitiu comunicado informando que "segue trabalhando, ininterruptamente, junto com a Embasa, para restabelecer, o mais rápido possível, o fornecimento de água". E que "as concessionárias estão destinando carros-pipa para os pontos da cidade mais afetados pela falta d'água".

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Leia a íntegra da nota da Embasa: 


"A Embasa informa que o serviço de recuperação da adutora danificada pelas obras o metrô, na BR-324, não foi concluído no tempo previsto neste domingo, dia 05, devido ao risco de desmoronamento de terra no local da intervenção, a 11 metros de profundidade. A empresa, com apoio da CCR Metrô, está concentrando esforços na implantação de uma rede de distribuição alternativa, de 500 metros de extensão e 1,5 metro de diâmetro, para garantir a retomada do abastecimento das áreas afetadas pelo incidente o mais breve possível.

Além de ter reforçado a produção de água da estação de tratamento da Bolandeira, neste domingo foi ampliada a frota de carros-pipa de forma emergencial, com prioridade para hospitais e postos de saúde. Até o restabelecimento do serviço, a empresa orienta a população a economizar água.

De acordo com presidente da Embasa, Rogério Cedraz, cinco frentes, com cerca de 270 técnicos e operários da empresa e da CCR Metrô, estão atualmente, trabalhando para implantar a nova adutora. "Desde quarta-feira, 1º, trabalhamos com duas possibilidades independentes: a primeira, consertar a adutora danificada e a segunda, implantar uma nova rede de distribuição. Como o terreno mostrou-se instável e por uma questão de segurança dos trabalhadores, estamos concentrando nossos esforços na conclusão dessa linha paralela", explica.

"Esse é um momento em que precisamos da colaboração da população no sentido de economizar água. É um serviço de manutenção de alta complexidade. Estamos buscando mais carros-pipa de municípios vizinhos para auxiliar nesse momento", ressalta Cedraz.

A adutora principal é uma das principais tubulações que alimentam o sistema da capital, aduzindo água da Estação de Tratamento Principal, em Candeias até o Centro de Reservação do Cabula, o maior do município. Com a interrupção da adutora, o sistema teve uma redução na vazão de água tratada distribuída e está afetando o fornecimento de água em cerca de 60% da cidade."

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