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Tempo Presente

Publicado domingo, 05 de fevereiro de 2006 às 00:00 h | Atualizado em 05/02/2006, 00:00 | Autor: JORNAL A TARDE
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Que atendimento!



Há três meses um usuário não recebe as contas de telefones, embora não tenha mudado de endereço.



Para não sofrer cortes, tira a segunda via na internet.



Fez a reclamação na central de atendimento da Telemar, esperando que a empresa resolvesse o problema junto aos Correios.



Mas a Telemar apresentou a seguinte solução: pedir a segunda via pelo telefone 10331 ou continuar tirando na internet.



Ou seja, o consumidor paga, e caro, e ainda tem que correr atrás da conta.



Vários usuários da Telemar informam que tem passado pelo mesmo problema.



Falso seqüestro



Não dá mais para ninguém dar informações pelo telefone a desconhecidos. Nem as informações mais simples. E isso deve ser avisado a filhos e empregados.



Atualmente, ter em mãos o número do telefone celular é uma arma valiosa para bandidos que praticam o golpe do falso seqüestro.



Por celular, ligam ao dono do número dizendo que têm alguém da família em seu poder e exigem o imediato depósito de dinheiro numa conta bancária.



Desesperadas, as vítimas depositam.



E caem no golpe.



Mau atendimento



Um dia de cão na sede do INSS, do Comércio, sexta-feira.



O rapaz ficou das 10h50 até as 14h45 tentando conseguir fazer o cálculo de pagamento da sua empregada doméstica. E não conseguiu.



Primeiro, a demora do atendimento e, depois... O sistema caiu!



Ante o desespero de quem não conseguia ser atendido, um dos poucos atendentes presentes na sala ainda conseguiu fazer uma brincadeirinha. De mau gosto.



“Chame o ministro para operar os computadores”, foi a frase infeliz com a qual, talvez, esperou justificar o mau atendimento ao público.



Sem ônibus



Domingo, depois de um programinha com os filhos, em Praias do Flamengo, o cidadão amargou exatamente uma hora de espera por um ônibus que o levasse de volta ao Costa Azul.



Ficou na frente do Colégio Apoio, na entrada do Condomínio Petromar, das 21h10 às 22h10.



Foi o tempo necessário para perder a paciência e pegar um coletivo para Itapuã, de onde seguiu para seu destino.



O microônibus Praias de Flamengo poderia levá-lo diretamente para o local onde mora, mas poderia não valer a pena esperar mais. Afinal, durante o período em que ansiava por um transporte que lhe levasse para casa, nenhuma viatura da polícia passou pelo local.



Violência



Não é de agora que comerciantes e moradores queixam-se da violência no Alto do Saldanha, próximo da Cruz da Redenção, em Brotas.



Quando conseguem que o problema chegue à mídia, a polícia aparece.



Quando não, volta tudo a ser como antes: assaltos e arrombamentos registrados diariamente.



Atualmente, definem a situação como assustadora.



Liberou geral



Sem fiscalização, a saída da Rua Professor Milton Cayres de Brito, no Caminho das Árvores, virou terra-de-ninguém.



Os motoristas fazem o que querem: desrespeitam a sinalização, invadem a área de pedestre, andam na contramão, ignoram todas as regras de trânsito.



Nisso, quem sai prejudicado, como sempre, é o pedestre. Para ele, o melhor é se manter na calçada, já que a travessia – até mesmo da faixa destinada ao seu uso – tornou-se perigosa.



Sombrinhas



Surpreendentemente, a sombrinha é um acessório que está na moda no verão de Salvador.



O sol quente está fazendo com que o acessório resgate a sua função original, que é garantir sombra para quem usa.



Nas ruas, está ficando comum ver pessoas utilizando as sombrinhas, de todos os tamanhos e cores, para se proteger do sol.



Principalmente quem leva crianças.



Bradesco



Sexta-feira à tarde, o caixa eletrônico do Bradesco, no Imbuí, na frente do Caboatã Shopping, não tinha dinheiro disponível para saque.



Daí, o cliente interessado em fazer a retirada foi até o caixa eletrônico de Piatã. Lá também a retirada estava indisponível.



Já que estava ali, resolveu seguir para Itapuã. O caixa que fica no Largo de Itapuã estava quebrado!



Sem condições emocionais de enfrentar filas numa das agências, gastar mais gasolina ou encontrar mais um caixa com problemas, voltou para casa.



Sujeira



Está difícil alguém de sentir atraído, pelo menos num primeiro momento, pelas frutas vendidas na Rua Nova de São Bento.



Tudo porque o que mais chama a atenção de quem chega no local é a sujeira e o mau cheiro naquela área.



As frutas podres vão para o chão. A água que lava as que serão vendidas fica empoçada.



Lembra as piores fases das feiras livre de Salvador. Só que bem no centro da cidade.



Transporte



Difícil mesmo de encarar é o transporte coletivo na área da Avenida Jorge Amado, que liga o Imbuí à orla.



É exatamente nesta direção que eles não passam. Ou passam muito raramente.



Quando seguem da orla em direção à Paralela, os usuários ainda contam com algumas alternativas.



Não raro, vem o conselho de quem mora na área para quem aguarda o coletivo naquele sentido: “Melhor descer a pé”. E é verdade.



Ponto de vista



Agências de transporte receptivo para turistas nos hotéis de Salvador estão revoltados com a ação de uma agente da SET que resolveu multar as empresas durante a operação de embarque e desembarque de passageiros no Hotel Sol Barra.



Para os que trabalham no segmento, é pura falta de bom senso.



Para a agente, é infração.

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