Família brasileira é baleada por vizinho na França

Publicado segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020 às 14:36 h | Atualizado em 17/02/2020, 15:03 | Autor: Da Redação

Uma família brasileira foi baleada pelo próprio vizinho na última quinta-feira, 13, na cidade de Toulon, na França. Eles moravam em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia e estavam na cidade francesa há cerca de cinco meses.

A servidora pública Cristiane Tavares, de 36 anos, saía de casa em direção a universidade quando foi baleada nas costas. Ele relatou ter percebido um incômodo, mas não notou que havia levado um tiro. As informações são da TV Bahia.

Ela retornou ao seu apartamento e foi seguida pelo autor do disparo. O suspeito a surpreendeu minutos depois na residência, onde também estava o seu marido André Modenezi, de 39 anos e o filho de quatro anos. André foi baleado no abdômen, já a criança não foi ferida.

"Eu não tinha sangue pelo corpo, porque eu estava com um casaco muito pesado, a gente não se deu conta. Aí na hora que eu sentei no sofá, meu marido percebeu que tinha alguma coisa na roupa, como se fosse sangue. Meu marido teve aquela coisa de ir em direção à porta. Na hora que ele foi em direção à porta, o homem entrou e deu o segundo disparo, que foi em meu marido. Eu tava sentada no sofá e meu filho em pé do meu lado", contou Cristiane em entrevista a emissora local.

O atirador saiu do apartamento pois teria ficado sem munição. Foi quando Cristiane fez uma barreira e trancou a porta. O homem voltou, atirou na porta, mas não conseguiu entrar novamente na residência. Cristiane trancou o filho no banheiro e pediu socorro.

O suspeito foi detido pela polícia francesa no mesmo dia. A corporação informou que ele, morava no no andar de cima do prédio das vítimas e sofre de transtornos mentais.

Cristiane se recupera bem do tiro. Já seu marido está ná na UTI após passar por duas cirurgias. Ele fará um terceiro procedimento.

O Itamaraty informou, por meio de nota, que as autoridades consulares do Brasil na França estão acompanham o caso junto com as autoridades francesas. O órgão afirmou não poder informar mais detalhes, em respeito à legislação vigente sobre privacidade individual.

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