Laudo descarta doenças e drogas em piloto e copiloto de Marília Mendonça

Publicado quarta-feira, 01 de dezembro de 2021 às 14:56 h | Atualizado em 01/12/2021, 15:02 | Autor: Da Redação

O resultado de exames toxicológicos descartou a hipótese de que o piloto Geraldo Medeiros Junior e o copiloto Tarciso Pessoa tenham usado entorpecentes ou tenham apresentado problemas de saúde.

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Com o resultado, a Polícia Civil de Minas Gerais, que investiga o caso, encerra uma das linhas de investigação sobre as causas da queda da aeronave, que além da cantora Marília Mendonça e do piloto e do copiloto, matou ainda o produtor Henrique Ribeiro e o tio e assessor da artista Abicieli Silveira Dias.

Segundo o laudo, não houve indícios de que as mortes tenham ocorrido durante o voo, o que reforça a hipótese de que os cinco integrantes da aeronave sofreram politraumatismo e morreram com o impacto da queda.

Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais, o avião colidiu contra um cabo para-raios que protege a linha de distribuição de energia.

"Além disso, foram realizados exames complementares, como toxicológico, de teor alcoólico e anatomopatológicos, que indicaram que as vítimas não estavam intoxicadas nem apresentavam doenças preexistentes que poderiam ter associação com os óbitos", disse o médico-legista Thales Bittencourt, do IML de Minas.

A Polícia Civil aguarda agora os laudos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, que analisa as peças de avião para tentar entender o que houve com a aeronave.

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