Professor é afastado após masturbar-se diante de alunos em São Paulo

Publicado quinta-feira, 18 de junho de 2020 às 16:59 h | Atualizado em 18/06/2020, 17:01 | Autor: Da Redação

O professor Cleber Batista Souza foi afastado da Etec (Escola Técnica Estadual) Parque da Juventude, em São Paulo, após se masturbar durante videoconferência com seus alunos no dia 13 de maio. A determinação do afastamento integral foi do Centro Paula Souza.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, foi registrado um boletim de ocorrência contra o docente na 9ª delegacia de Polícia Civil e ele deverá responder criminalmente pelo ato. Segundo o site, uma gravação mostrando a prática do ato pelo professor durante uma videoconferência com os alunos foi incluída no processo que investiga o caso.

"O Centro Paula Souza reafirma que repudia qualquer forma de desrespeito ou assédio e que todas as denúncias recebidas de forma oficial na instituição são analisadas para que providências cabíveis sejam aplicadas, quando comprovadas procedentes", diz a nota do Centro Paulo Souza.

Alunos compartilharam nas redes sociais a hashtag #EtecsContraoAssedio para discutir sobre assédio sexual no ambiente escola.

Leia a nota na íntegra:

A Assessoria de Comunicação do Centro Paula Souza informa que a direção da Etec Parque da Juventude, assim que tomou ciência do ocorrido, excluiu o professor imediatamente da plataforma de aulas online, no próprio dia 13 de maio. O Centro Paula Souza abriu processo administrativo contra o profissional e determinou o seu imediato afastamento com publicação no Diário Oficial do Estado no dia 16 de maio de 2020.

A diretoria da unidade também registrou boletim de ocorrência na 9ª delegacia de Polícia Civil do Estado de São Paulo para que o professor responda criminalmente pelo ato. O processo administrativo, com todos os documentos e provas anexados, foi encaminhado à Procuradoria de Procedimentos Disciplinares, que pertence à Procuradoria Geral do Estado, a quem cabe decidir pela demissão do professor.

O Centro Paula Souza reafirma que repudia qualquer forma de desrespeito ou assédio e que todas as denúncias recebidas de forma oficial na instituição são analisadas para que providências cabíveis sejam aplicadas, quando comprovadas procedentes.

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