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Traficantes da Força Aérea Brasileira teriam planejado assassinato de testemunhas

Publicado às | Atualizado em 27/10/2021, 09:53 | Autor: Redação
Preso na Operação Quinta Coluna, Chico Bomba, apontado como dono de carga de cocaína transportada em avião da FAB, teria pedido por morte de delatores
Preso na Operação Quinta Coluna, Chico Bomba, apontado como dono de carga de cocaína transportada em avião da FAB, teria pedido por morte de delatores -
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Uma investigação da Polícia Federal apontou que financiadores do tráfico internacional de cocaína por meio de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), planejaram o assassinato de duas testemunhas que teriam delatado os criminosos para a PF.

De acordo com o órgão e com reportagem do portal Metrópoles, a reunião foi convocada após quatro homens serem alvos da Operação quinta coluna, entre eles Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, o Chico Bomba, preso desde 18 de outubro por delitos de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.

Os outros alvos são o filho de um diplomata italiano, Michelle Tocci, conhecido como Barão do Ecstasy; Augusto César de Almeida Lawal, o Guto; e Márcio Moufarrege, vulgo Macaco.

Segundo a investigação, os 4 teriam se reunido em um imóvel de luxo pertencente a Chico Bomba, e avaliado em R$ 4 milhões, para averiguar quem teria feito a denúncia do grupo para a PF.

Os nomes de dois supostos delatores foram levantados pelo grupo que decidiu matar ambos. De acordo com um dos membros, a informação sobre as identidades seria confiável pois teria sido passada por "uma fonte, um policial civil". Apesar da mobilização, os crimes não ocorreram.

Bomba é apontado ainda como um dos donos da droga encontrada na mala do sargento Manoel Silva Rodrigues, que estava a bordo de uma aeronave de apoio à comitiva do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que viajava ao Japão para a reunião da cúpula do G20.

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