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Salvador não deve receber primeiras doses da Sputnik V

Publicado segunda-feira, 07 de junho de 2021 às 09:45 h | Atualizado em 07/06/2021, 09:49 | Autor: Redação
Aprovação da Anvisa exige o acompanhamento de possíveis efeitos colaterais causados pelo imunizante, algo dificultoso para uma cidade do tamanho da capital baiana
Aprovação da Anvisa exige o acompanhamento de possíveis efeitos colaterais causados pelo imunizante, algo dificultoso para uma cidade do tamanho da capital baiana -
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Após aprovação da Anvisa para o pedido de importação emergencial na última sexta-feira, os estados vivem expectativa pelo recebimento da vacina russa Sputnik. A autorização em caráter excepcional foi aprovada pelos membros diretores da agência após pedido do Consórcio do Nordeste, que tem acordos de compras fechados pelo imunizante.

Com um contrato assinado para a aquisição de 9.7 milhões de doses da vacina, a Bahia será um dos estados contemplados mas em primeiro momento, Salvador não fará parte da estratégia de imunização.

De acordo com o secretário de Saúde Fábio Vilas-Boas, o tamanho da capital baiana dificultaria o acompanhamento de possíveis efeitos colaterais, uma das exigências feitas pela Anvisa, e a ideia é utilizar o imunizante em cidades com 50 mil habitantes ou menos

"A decisão que foi tomada é de concentrar em poucos municípios para que se possa ter um acompanhamento bem próximo e sobretudo rápido para que uma vez aplicadas essa doses, tenhamos a liberação das demais doses na sequência. Salvador é uma cidade de 3 milhões de habitantes e por isso é difícil fazer o controle. A ideia é que nós peguemos cidades de médio porte, em torno de 50 mil ou menos habitantes", afirmou.

Segundo o secretário, uma reunião com o governador Rui Costa (PT) prevista para a tarde desta segunda-feira, 7, definirá quais serão as cidades que receberão o imunizante

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