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Diversidade de estilos é o principal atrativo da Bienal do Livro

Publicado terça-feira, 01 de novembro de 2011 às 09:24 h | Atualizado em 01/11/2011, 09:30 | Autor: Verena Paranhos
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Infantis, infantojuvenis, de arte, religiosos, para concurso, militares, de idiomas, cordel, enfim, estilos para todos os gostos. É este o grande atrativo da 10ª Bienal do Livro, que movimentou o Centro de Convenções da Bahia no fim de semana  e acontece até o próximo domingo.

Desde sexta, os 380 expositores da feira apresentam  em um mesmo lugar uma  diversidade de livros que não se encontra facilmente na cidade. “Mesmo Salvador tendo grandes livrarias, essa é uma boa oportunidade para comprar novidades”, afirma a enfermeira Paula Requião, que adquiriu uma coleção infantojuvenil sobre pintores, além de uma gramática e um livro que ensina a desenhar. “Este ano a feira está mais organizada, arrumada e segura”, opina.

Preço

O escritor Flamarion Silva, que passeava pelo espaço com a família anteontem à noite, concorda com o quesito novidade, mas reclama dos preços. “Coisas novas encontramos todos os anos aqui, mas os preços são os mesmos”.

O estudante Bruno Santos do Nascimento, 19, que teve seu primeiro contato com o evento ainda no Ensino Fundamental I, e retornou à Bienal depois de muitos anos, também se queixa do preço dos livros: “As obras deveriam ser mais baratas”.

O cartunista baiano Antônio Cedraz, um dos expositores da feira, faz coro: “Fica caro para uma família com quatro pessoas vir. Além da entrada, a maioria também paga estacionamento, fica mais de R$ 30”.

Para o autor, que expõe na Bienal pela quinta vez, o alto preço da entrada (R$ 8 e R$ 4) e a pequena divulgação são fatores que contribuem para este ano o evento ter um movimento  mais fraco.

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