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Grupo Habitação contribuiu para desaceleração do IPC-S em novembro, diz FGV

Publicado quinta-feira, 01 de dezembro de 2016 às 07:41 h | Atualizado em 19/11/2021, 07:52 | Autor: Thaís Barcellos | Estadão Conteúdo
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O grupo Habitação, que recuou de 0,25% para 0,17% entre a terceira e a quarta quadrissemanas de novembro, foi o que mais contribuiu para a desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) divulgado nesta quinta-feira (1º) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O indicador geral recuou 0,07 ponto porcentual, de 0,24% para 0,17% entre os dois períodos. Na quarta quadrissemana de outubro, o IPC-S havia ficado em 0,34%. Dentro do grupo Habitação, a FGV mencionou o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,74% para 0,00%.

Nas outras cinco classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação entre a terceira e a quarta quadrissemana, a FGV também citou o comportamento dos itens roupas (0,29% para -0,19%), em Vestuário; tarifa de telefone móvel (0,55% para 0,21%), no grupo Comunicação; cigarros (-0,11% para -0,61%), em Despesas Diversas. O item gasolina, em Transportes, registrou a primeira deflação após as reduções nas refinarias autorizadas pela Petrobras (1,04% para -0,09%). No grupo Educação, Leitura e Recreação, a FGV destacou o comportamento de excursão e tour (1,86% para 0,81%).

Observados isoladamente, os itens com as maiores influências de baixa foram leite tipo longa vida (a despeito de a deflação ter diminuído de -9,15% para -6,99%), tomate (-16,17% para -19,50%), feijão carioca (-14,95% para -16,05%), batata-inglesa (-2,88% para -9,10%) e pacotes de telefonia fixa e internet (-0,49% para -1,52%).

Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram plano e seguro de saúde (apesar de a desaceleração de 1,03% para 1,02%), refeições em bares e restaurantes (0,46% para 0,52%), etanol (mesmo com a redução da taxa de 4,64% para 3,56%), aluguel residencial (0,51% para 0,56%) e passagem aérea (6,05% para 8,66%).

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