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Varejistas lucram cada vez mais com oferta de serviços

Publicado quarta-feira, 20 de junho de 2007 às 09:34 h | Atualizado em 20/06/2007, 09:34 | Autor: Agencia Estado
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O gasto do brasileiro com serviços privados poderá atingir R$ 160 bilhões até o ano de 2015 e abre um novo mercado para as empresas, especialmente as varejistas, que têm contato direto com o consumidor. Neste ano, as despesas das famílias com serviços privados, que incluem, por exemplo, gastos com assistência técnica, reparos de roupas, garantia estendida e seguros, entre outros, devem somar R$ 120 bilhões, ou 5% do Produto Interno Bruto (PIB). De cada R$ 100 que as famílias desembolsarem, R$ 11 serão destinados a serviços privados.

"Esse cálculo é muito conservador. O potencial dos serviços é maior e pode chegar a 12% do PIB em oito anos", afirma o economista-chefe do Núcleo de Estudos e Projeções Econômicas da consultoria Gouvêa de Souza & MD, Maurício Moura. Responsável pelas projeções apresentadas no 10º Fórum de Varejo da América Latina, cujo tema foi a nova era de serviços no varejo, realizado pela consultoria, Moura diz que considerou em suas projeções a taxa média de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5% ao ano até 2015.

O grande potencial desse novo filão de negócios é ratificado por uma pesquisa feita pela consultoria para avaliar os serviços do ponto de vista do consumidor. Em abril e maio deste ano, a consultoria ouviu 2.017 brasileiros das classes A, B e C nas regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste e constatou que o consumidor está predisposto também a comprar serviços nas lojas onde adquire produtos. De acordo com a pesquisa, 90% dos entrevistados apontaram vantagens, como praticidade, rapidez, facilidade de locomoção, entre outras, ao "comprar" serviços financeiros ou de outra natureza em lojas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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