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MEC nega autorização para cinco cursos de graduação na Bahia

Publicado terça-feira, 12 de janeiro de 2016 às 19:27 h | Atualizado em 13/01/2016, 09:54 | Autor: Da Redação
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Cinco cursos de graduação na Bahia tiveram a autorização negada para o funcionamento pelo Ministério da Educação (MEC). A lista com os cursos foi divulgada no Diário Oficial da União, na segunda-feira, 11. 

Entre os que receberam a negativa, apenas um é em Salvador, o curso de Engenharia Mecânica (Bacharelado), da Faculdade Ruy Barbosa, onde seriam oferecidas 200 vagas.

Em nota, a instituição afirma que "solicitou autorização do Ministério da Educação para a abertura de um curso de Engenharia no campus Pituba, mas teve seu pedido indeferido. A instituição ressalta que o curso de Engenharia Mecânica foi autorizado para o campus Paralela, com nota 4 (a nota máxima é 5), atendendo a todos os requisitos legais demandados pelo MEC. A Ruy Barbosa reitera seu compromisso com a educação, oferecendo ensino de qualidade e infraestrutura de padrão internacional. Prova disso é que teve seus cursos classificados entre os melhores do Nordeste, de acordo com o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo MEC no último mês".

A Faculdade do Sertão Baiano (FASB), em Monte Santo, cerca de 350 km da capital baiana, também teve os cursos de Processos Gerenciais e de Construção de Edifícios, ambos tecnológicos e com 100 vagas cada, negados.

Em Alagoinhas, o ministério negou autorização para o curso de Pedagogia da Faculdade Regional de Alagoinhas, que ofereceria 200 vagas, e em Barreiras, o curso de Gestão de Recursos Humanos (tecnológico), do Instituto de Educação Superior Unyahna de Barreiras, que ia oferecer 120 vagas, também teve autorização negada.

Em todo país foram 17 cursos negados pelo MEC para áreas como engenharia da produção, biomedicina, manutenção de aeronaves, enfermagem, educação física e engenharia civil. Somados, os cursos ofereceriam 2.450 vagas em sete estados.

Para uma instituição de ensino oferecer cursos superiores, é necessário que eles sejam autorizados pelo MEC, que avalia as condições para que isso ocorra. A autorização é uma primeira etapa. Para que os diplomas tenham validade nacional, os cursos precisam ser reconhecidos pela pasta. O reconhecimento deve ser solicitado quando a primeira turma do curso de graduação tiver completado 50% da carga horária total.

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