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Bahia confirma negociações com Mazinho, do Palmeiras

Publicado sexta-feira, 29 de agosto de 2014 às 07:00 h | Atualizado em 28/08/2014, 20:28 | Autor: Vitor Villar
Mazinho
Mazinho -
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Insatisfeito com o rendimento dos seus homens de frente, o Bahia dá início à 'Operação Ataque'. Depois de confirmar Alessandro, na quinta-feira, 28, o Tricolor vai em busca de mais reforços para o setor ofensivo. E o próximo da lista pode ser Mazinho, do Palmeiras.

O próprio Gilson Kleina admitiu o descontentamento com o setor. "Nosso atacantes precisam driblar mais, apostar na individualidade", disse, em uma das entrevistas no Fazendão. Pelo mesmo motivo, os reforços terão de passar pelo crivo do treinador. Alessandro jogou sob seu comando no Ipatinga. Mazinho, no Palmeiras.

A negociação entre o Esquadrão e o atacante alviverde estão avançadas. O único problema é que o Verdão, clube com o qual Mazinho tem contrato até 2017, não quer liberá-lo. "Tentamos várias vezes o contato desde que cheguei aqui, mas o Palmeiras é contra o empréstimo", afirmou Rodrigo Pastana, gerente de futebol do Tricolor, sem dar garantias de que a situação possa mudar.

O agente do jogador, Aparecido Freitas, confirmou que seria uma indicação de Kleina. "Ele jogou o Paulista praticamente inteiro como titular com Gilson, então dá para dizer que tem a confiança do treinador", disse.

Pastana argumenta que um jogador com o perfil de Mazinho é uma carência diagnosticada por ele no elenco antes mesmo da chegada de Kleina, e que por isso deve continuar em busca de um reforço para o setor. "É um jogador canhoto, de velocidade, driblador, que joga pelos lados. Já tinha visto que não tínhamos alguém assim no elenco. Temos muitos meia-armadores, mas nenhum meia-atacante com esse perfil. Por isso, buscamos o Mazinho", explicou.

Alessandro foi confirmado na quinta pelo Bahia, mas só se encontra com Kleina na segunda. No entanto, o treinador já falou sobre ele: "É um atacante nato, goleador por onde passou. Vai nos ajudar muito jogando centralizado".

Alessandro deixou o Brasil no final do ano passado e estava no Kyoto Sanga, da segunda divisão japonesa. Lá, marcou dois gols em sete jogos, e não entra em campo desde o dia 1º de junho. Sobre a situação técnica do atacante, Rodrigo Pastana diz confiar no julgamento da comissão técnica. "A questão de desempenho é subjetiva. Não quer dizer que se ele for bem ou mal no Japão vá jogar mal aqui", disse. "Nós confiamos é na avaliação de Kleina e seus assistentes, que já trabalharam com o jogador", completou.

Outro jogador especulado para reforçar o setor ofensivo do Bahia foi o meia-atacante Bruno César, outro que jogou com Kleina no Palmeiras e agora encontra-se encostado no clube paulista. Pastana, no entanto, nega qualquer contato. "Não há interesse. Jogador muito caro". O empresário do atleta, Marcos Casseb, no entanto, vê a possível transação com bons olhos. "O interesse é de Kleina, com quem Bruno trabalhou e agradou".

Treinos no Sul

Após a vitória de quarta sobre o Internacional, pela Sul-Americana, o Bahia permaneceu em Porto Alegre, onde pega o Grêmio no domingo, pelo Campeonato Brasileiro. O time treinou na quinta no Hotel Vila Ventura e nesta sexta, 29, trabalha no CT do Colorado. Diante do Tricolor, o técnico Gilson Kleina não poderá contar com o volante Léo Gago, que pertence ao rival.

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