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Fábio Mota diz que "não tem disponibilidade de assumir" o Vitória

Publicado quinta-feira, 02 de setembro de 2021 às 22:24 h | Atualizado em 06/12/2021, 15:29 | Autor: Da Redação
Atual secretario de Turismo de Salvador, Fábio Mota (foto) é o segundo nome na linha sucessória rubro-negra | Foto: Valter Pontes | Secom
Atual secretario de Turismo de Salvador, Fábio Mota (foto) é o segundo nome na linha sucessória rubro-negra | Foto: Valter Pontes | Secom -
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Com o afastamento do presidente do Vitória, Paulo Carneiro, confirmado na noite desta quinta-feira, 2, e a possibilidade do vice Luiz Henrique não assumir, tudo indicava que a gestão do Rubro-Negra baiano ficaria a cargo do presidente do Conselho Deliberativo, Fábio Mota.

Mesmo sendo o segundo nome na linha sucessória, o atual secretario de Turismo da cidade de Salvador assumiu que não tem disponibilidade para ocupar a presidência da agremiação. Segundo Mota, a situação em que o Leão da Barra se encontra, seria necessário uma dedicação com "exclusividade".

“Não tenho disponibilidade de assumir o clube. O Vitoria precisa de exclusividade para sair dessa situação. Se ele (o vice-presidente) não assumir, temos que montar uma junta governativa provisoriamente com vários conselheiros”, revelou Fábio Mota em entrevista à Itapoan FM.

A votação do Conselho decidiu unanimemente pelo afastamento de Paulo Carneiro pelo período de 60 dias, com 76 votos a favor e 3 abstenções, devido a acusações de irregularidade. Após a decisão, o secretario ainda foi chamado de traidor pelo cartola, que o classificou como "Judas'.

“Não é porque é da mesma chapa que vou me calar. Se ele achou que eu ia caminhar pela conveniência, ele não poderia esperar isso de mim. Eu sou presidente do Conselho Deliberativo do clube, que é independente. Tenho obrigação de zelar pela independência. Se ser Judas e trair é o mesmo que zelar pelo clube, não sei mais o que são esses adjetivos", rebateu Mota.

Apesar do momento turbulento nos bastidores do clube, o presidente do Conselho Deliberativo afirmou que o órgão estaria disposto a dialogar com o vice Luiz Henrique Viana e disse que o momento não é de "caça as bruxas".

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