Hamilton e Messi dividem prêmio Laureus; Simone Biles leva entre as mulheres

Publicado segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020 às 18:47 h | Atualizado em 17/02/2020, 19:59 | Autor: Daniel Genonadio*

A noite de celebração do Prêmio Laureus, que premia os melhores esportistas do mundo no ano, foi marcada por surpresas e 'primeiras vezes' na sua 20ª edição, que aconteceu nesta segunda-feira, 17, em Berlim, na Alemanha.

A primeira foi a do empate no prêmio de melhor esportista do ano, que ficou dividido entre o piloto hexacampeão de Fórmula 1, Lewis Hamilton, e o argentino Lionel Messi, que já ganhou o prêmio de melhor jogador de futebol do mundo em 2019.

A premiação também indicou a melhor esportista mulher em 2019. A honraria foi para a ginasta norte-americana, Simone Biles. Multicampeã do esporte, ela ganhou o Laureus pela terceira vez. Biles concorreu com Megan Rapinoe (futebol), Allyson Felix (atletismo), Shelly-Ann Fraser-Pryce (atletismo), Naomi Osaka (tênis) e Mikaela Shiffrin (esqui).

Um dos maiores atletas da história do futebol e escolhido seis vezes pela Fifa como melhor do mundo, Messi venceu o Laureus pela primeira vez. Ele também se tornou o primeiro atleta de esporte coletivo a vencer a disputa. 

Hamilton esteve presente no evento e recebeu o prêmio das mãos do ator Daniel Bruhl. Messi não conseguiu ir à premiação, mas comemorou a conquista por meio de um vídeo. Simone Biles também não pode comparecer e entrou ao vivo em vídeo ao receber o prêmio.

A celebração também contou com uma homenagem ao ex-jogador de basquete Kobe Bryant, que morre em janeiro após um acidente de helicóptero na Califórnia.

Brasileiros no Laureus

O Brasil teve três indicados ao prêmio, mas nenhum deles conseguiu a honraria. O campeão mundial de surfe Ítalo Ferreira e a vice-campeã de skate street Rayssa Leal concorreram como melhor atleta de ação, mas foram derrotados por Chloe Kim, campeã mundial de snowboard.

A Chapecoense disputou por meio de voto popular na categoria Momento Esportivo de Inspiração pelo documentário "Eternos Campeões", de 2017. O clube brasileiro foi derrotado para "Nos ombros de uma nação", que retrata o título mundial de 2011, da Seleção Indiana de críquete.

*Sob a supervisão do editor Nelson Luis

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