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Governo prioriza serviço médico para AL e PE

Publicado terça-feira, 22 de junho de 2010 às 19:45 h | Atualizado em 22/06/2010, 19:45 | Autor: Agência Estado
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O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República listou hoje as principais demandas de Alagoas e Pernambuco, os Estados mais afetados pelas chuvas no Nordeste. As necessidades consideradas prioritárias nessa fase emergencial são medicamentos e ofertas de serviços médicos, água engarrafada e alimentos para consumo imediato, como leite longa vida, sucos em caixa ou lata, achocolatados, biscoitos, barras de cereais, frutas desidratadas e enlatados para consumo imediato.

A definição desses itens ocorreu hoje, durante a primeira reunião do GSI para coordenação e articulação do apoio aos dois Estados, segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa. Na reunião, foi traçado o panorama das ações que já vêm sendo executadas no âmbito do governo federal de apoio aos dois Estados.

Hoje também, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu voltar a Brasília ainda nesta terça-feira, depois da viagem a Altamira e Marabá, no Pará, para cumprir. A visita que faria a áreas atingidas pelas enchentes em Alagoas e Pernambuco ficou para quinta-feira. A previsão é de que Lula, na quinta, visite duas cidades de cada Estado.

Com isso, a viagem ao Rio de Janeiro, que o presidente faria na quinta-feira, foi cancelada. No Rio, Lula participaria da solenidade de entrega de unidades habitacionais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Complexo do Alemão, do lançamento ao mar do navio de produtos Celso Furtado, no estaleiro Mauá. Participaria ainda, à tarde, da inauguração do hospital regional Dona Lindu, em Paraíba do Sul; e da inauguração do Campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Vítima na Bahia

Um homem identificado como Evaldo Almeida Barbosa, de 51 anos, morreu hoje, depois de um barranco deslizar nos arredores de sua casa, no bairro de Varginha, em Dias dÁvila, região metropolitana de Salvador. Chovia no momento do deslizamento. Segundo policiais do município, a terra do barranco era constantemente retirada por populares para a realização de obras de construção.

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