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Espaço do Leitor: Cidade do barulho

Publicado quinta-feira, 30 de junho de 2016 às 14:44 h | Atualizado em 30/06/2016, 14:44 | Autor: [email protected]
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Os moradores da rua Clarival do Prado Valadares, no Caminho das Árvores, sofrem todos os dias com o barulho intenso de carros de som. São dois carros que vendem água e um que vende ovos. O barulho começa às 8 horas, impossível continuar dormindo, caso se tenha perdido a noite. Além de fazer muito barulho, os carros param em fila dupla, prejudicando o trânsito local. A lei municipal 5.354/98 proíbe o comércio por meio de carros de som. Já pedimos a ajuda da Sucom, mas até agora sem solução. Senhor prefeito, por favor, ajude-nos. George Wander, [email protected]

Bairro de Amaralina abandonado

Gostaria de informar a prefeitura que o outrora tão aprazível bairro de Amaralina encontra-se em estado de fazer pena. Calçadões na orla desabando, terrenos abandonados com focos de dengues e servindo de esconderijo para o amigo do alheio, ruas laterais cheias de lixo e sem iluminação, largo das baianas abandonado. Os moradores desejam que o mesmo tratamento dado a Itapuã, Rio Vermelho, Barra etc. seja aplicado em Amaralina, pois também pagam seus impostos. E já que a prefeitura traçou antecipadamente a organização do Réveillon, cujos artistas recebem cachês acima da média de um trabalhador, os moradores agradecerão se for aplicada no bairro uma parcela mínima do que vai ser pago a esses artistas. Jose F V Noronha, [email protected]

Funcionalismo estadual

Até quando o governador vai ser insensato com o funcionalismo? Tudo está subindo assustadoramente e o governo menospreza mais esta classe sofrida. Sindicatos, associações, federações, não ouve uma voz sequer. Vencimento do servidor abaixo do mínimo, URV somente para Legislativo e Judiciário. Milhões em propaganda, secretarias, empresas e autarquias inúteis, só servindo para dar emprego a sindicalistas e políticos. O governador está cheio de motivos para não conceder o reajuste, mas não sabe quanto custa nada. Data-base nunca foi respeitada, e em 2017 vai alegar que a crise não acabou, crise essa dos próprios políticos em torno da corrupção. Milton Andrade, [email protected]

Fim do forró

Em breve, muito breve, toda a Bahia estará enterrando o forró. É vergonhoso, em todo canto do interior do estado e também em Salvador, grupos empresariais transformarem essa grandiosa festa junina em ritmos nada condizentes com o forró de outrora. Onde está o verdadeiro forró? E o poder público o que faz para inibir essa ânsia dos empresários? Está na hora de a Assembleia Legislativa aprovar um projeto proibindo esse mal feito que está acabando com a cultura e o folclore da nossa terra. Marco Loy, [email protected]

Violência em Maragojipe

A cidade de Maragojipe é uma das mais violentas do estado, a cada semana são assassinadas em média cinco pessoas e ninguém é preso. O tráfico de drogas tem ponto em quase todos os bairros. Blitz, ineficaz, só no centro da cidade, onde o crime não está localizado. Onde há crime, a polícia nem passa, e nesses locais andar armado virou rotina e ninguém é incomodado; pessoa do bem usar arma vai presa. Não adianta o governo anunciar mais policiais militares e civis, novas viaturas e nova central de inteligência. A polícia sabe de tudo e fica omissa. Imploro encarecidamente ao digníssimo secretário Maurício Barbosa para tomar providência urgente, ninguém pode mais ficar à mercê dessa instabilidade na área de segurança e com medo de sair de casa. O banditismo ganha do poder quando há incapacidade e despreparo. Beatriz Martinez, [email protected]

Operação Tiradentes

A Operação Tiradentes, desencadeada pela PF, MPF e TCU na autarquia Conselho Federal de Odontologia, detendo o seu presidente, ex-conselheiros e funcionários, por acusações de peculato, estelionato qualificado e lavagem de dinheiro, abalou profundamente todo o sistema de conselhos de odontologia, em especial os profissionais da odontologia, que hoje somam mais de 350 mil em todo o território nacional. A situação requer um esclarecimento público pelos dirigentes nacionais, explicando o momento da entidade e os seus desdobramentos com o ocorrido. O fato foi gravíssimo para uma instituição cinquentenária e formadora de opiniões, responsável por zelar pelo perfeito desempenho ético da odontologia e pelo prestígio e bom conceito profissional dos cirurgiões-dentistas, técnicos da odontologia e seus auxiliares, que exercem suas profissões com dedicação e afinco. Mário Ferraro Tourinho Filho, ex-presidente do CROBA, [email protected]

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