EDITORIAL
Para proteger as crianças
Confira o Editorial do Jornal A TARDE

Atenção, mães, pais, avós, professoras, professores e responsáveis: a campanha de vacinação contra a dengue, já deflagrada pelo governo federal, com parceria de estados e municípios, é a estratégia de proteção das crianças.
Não há razão para temer seus efeitos; ao contrário, a vacina conhecida como Qdenga, é produzida pelo laboratório Takeda Pharma, com vírus atenuado e desenvolvida durante período de cinco anos, portanto, sem medo de ser feliz.
O imunizante passou por estudos diversos, a partir de suas hipóteses falseáveis, e em todas as etapas, envolvendo o rigor típico da ciência japonesa, a aprovação dirimiu as dúvidas apropriadas ao método indutivo utilizado.
No entanto, com prazo de validade para o dia 30 de abril, o número de crianças entre 10 e 14 anos já protegidas no país é de apenas 15% em relação ao total de 1 milhão e 200 mil doses, ou seja, precisa-se acelerar a aplicação nos postos. Na Bahia são 15.930 doses aplicadas, porcentagem de 18,2%
Chega a 521 o número de municípios selecionados pelo Sistema Único de Saúde para esta primeira fase, tendo como critério principal o fato de integrarem 37 regiões tidas como “endêmicas”, com maior incidência da mosquitada.
O esquema vacinal completo - duas doses - garante eficácia e evita o sofrimento de dores por todo o corpo, febre alta, surgimento de manchas, entre outros sintomas possíveis, verificando-se a redução do tempo de terapêutica.
Pelo viés econômico, já havia a oferta pela rede privada, custando a unidade entre R$ 400 e R$ 500, mas este custo já não representa empecilho, pois o investimento do Ministério viabilizou a gratuidade nos postos de saúde.
Diante do crescente contexto adverso, no qual a enfermidade vem avançando na zona rural e centros urbanos, sem distinção, soa como de alta razoabilidade a escolha do adulto por persuadir meninas e meninos à prevenção.
Transmitido por picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, o vírus pode ter alcance reduzido, se forem esvaziados recipientes com água, além da higienização de tanques, pois criadouros surgem no entorno destes ambientes.
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