Secretaria LGBT do PT-BA quer ampliar acesso nas bancadas

Objetivo é fortalecer candidatos LGBTQIA+ para aumentar a representatividade

Publicado quinta-feira, 23 de dezembro de 2021 às 14:59 h | Atualizado em 23/12/2021, 14:59 | Autor: Da Redação

A secretaria LGBT do Partido dos Trabalhadores da Bahia trabalha com o objetivo ampliar o número de candidaturas LGBTQIA+ na eleição de 2022 no estado. No ano passado, o Partido na Bahia conseguiu lançar 50 candidaturas LGBTQIA+ na Bahia, tendo duas pessoas eleitas, uma em Casa Nova e outra em Senhor do Bonfim. 

“Nós vivemos em tempo de fascismo, de totalitarismo e de perseguição às minorias dissidentes, principalmente as minorias sexuais. E nós precisamos reverter essa situação, elegendo Lula presidente e aqui no estado impulsionar o nosso projeto político reelegendo Jaques Wagner, ampliar a participação LGBTQIA+ no governo, ampliar as ações que estão sendo desenvolvidas pelas nossas últimas gestões e eleger grandes bancadas de deputados federais e estaduais”, disse Wesley Francisco, reeleito secretário estadual do setorial LGBT do PT na Bahia. 

De acordo com o PT-BA, o caminho para alcançar efetivamente essas ações já vem sendo pavimentado desde a gestão passada da Secretaria, compartilhada com outros três membros da Executiva Estadual. 

“Buscamos trabalhar com a questão do fortalecimento da nossa unidade interna, respeitando todas as pessoas que faziam parte para a gente trabalhar de forma unificada visando a eleição de 2020, fazendo formação política, programas na TV PT para poder dar visibilidade às candidaturas, principalmente em tempo de pandemia, e buscamos junto ao PT Nacional e ao Fundo Partidário ajuda para as candidaturas”, falou o secretário. 

Wesley destaca a importância de eleger pessoas LGBTQIA+ garantir a representatividade dessa comunidade e estimular políticas públicas que lhes representem, protejam e respeitem essa população nas esferas federais e estaduais. “É preciso dar voz a essas pessoas e corresponder aos anseios dessa minoria que vem sendo perseguida nos últimos tempos”, afirma o secretário, que destaca ainda a luta histórica de mais de 50 anos do movimento LBTQIA+.

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