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Centrais sindicais resistem à lei de greve dos servidores

Publicado terça-feira, 19 de junho de 2007 às 08:58 h | Atualizado em 19/06/2007, 08:58 | Autor: Agencia Estado
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está ?no mundo da fantasia?, tenta ?amordaçar? trabalhadores e inviabilizar greves no setor público. Assim, algumas das principais centrais sindicais do País reagiram ao anteprojeto de lei para regulamentar as greves no setor público.

?O presidente vive no mundo da fantasia?, disse o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. ?A primeira conversa foi ?vamos proibir a greve no setor público?. E continuam com essa idéia, só que com artifícios.? O presidente da CUT, Arthur Henrique, considerou ?absurda? a exigência de quórum de dois terços da categoria para aprovar greves . ?É tão ridículo que não há como considerar?, disse. ?O Brasil não é só a Avenida Paulista?, completou o presidente da Confederação Geral do Trabalho (CGT), Salim Reis.

O presidente da Conlutas, José Maria Almeida, acha que a regra teria inviabilizado greves lideradas pelo próprio Lula nos anos 70 e 80. ?O que ele está fazendo com os trabalhadores nem o regime militar fez.? Para presidente o da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, o projeto ?tira a voz? dos trabalhadores. ?É colocar uma mordaça.? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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