Governo quer estancar preço do petróleo em ano eleitoral

Duas propostas estão na mesa de Bolsonaro, que sofre críticas pela alta dos preços

Publicado terça-feira, 24 de maio de 2022 às 08:09 h | Atualizado em 24/05/2022, 08:08 | Autor: Da Redação
Jair Bolsonaro (PL) tem sofrido críticas por conta da alta dos preços dos combustíveis e chegou a apelar para que a Petrobras fosse “patriota”
Jair Bolsonaro (PL) tem sofrido críticas por conta da alta dos preços dos combustíveis e chegou a apelar para que a Petrobras fosse “patriota” -

Membros do Governo Federal pensam em duas medidas para estancar o preço do petróleo a menos de cinco meses das eleições, ou ao menos reduzir reajustes muito altos. Uma é definir um intervalo para o preço do barril do petróleo, por exemplo entre US$ 85 e US$ 125, para que, caso o preço internacional da commoditie oscile dentro deste intervalo, a Petrobras não possa praticar reajuste. A empresa só poderia fazer reajuste no preço, segundo esta proposta, caso o preço do barril do petróleo ultrapassasse o teto da banda.

A outra proposta na mesa do presidente Jair Bolsonaro (PL) é definir um intervalo mínimo de cem dias para os reajustes, o que poderia impedir o último reajuste, feito com um tempo menor na comparação com a atualização anterior. As informações sobre as duas propostas são da Folha de S. Paulo.

O Governo Federal anunciou nesta segunda-feira, 24, a demissão de mais um presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, após quarenta dias no comando da empresa. Bolsonaro tem sofrido críticas por conta da alta dos preços, chegou a apelar para que a Petrobras fosse “patriota” e alegou que os lucros da empresa a estavam deixando “gordíssima e obesa”

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