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Produtores querem fábricas para fazer sucos e doces de fruta

Publicado quarta-feira, 08 de setembro de 2010 às 16:12 h | Atualizado em 22/01/2021, 00:00 | Autor: Donaldson Gomes, do A TARDE
Pomar de laranjas 700
Pomar de laranjas 700 -
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O grande polo da citricultura baiana atualmente está localizado na cidade de Rio Real, que faz parte do território de Alagoinhas. Mas os laranjais podem ser encontrados em praticamente todas as cidades da região, que responde por 80% da produção baiana. Apesar da mecanização da produção e da perda de espaço para o plantio de eucalipto, acredita-se que a citricultura responda por mais de 50 mil empregos diretos.

José Silveira, 34 anos, é um desses trabalhadores. Para ele, o único problema é ter que passar a semana inteira longe da família em um dos alojamentos da empresa em que trabalha. “Pior é parado, sem fazer nada”, responde.

Imagem ilustrativa da imagem Produtores querem fábricas para fazer sucos e doces de fruta

O especialista em citricultura da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrário (EBDA), Geraldo Almeida Souza, que coordena a Câmara  Setorial da Citricultura, afirma que os empregos gerados pela atividade oferecem todas as garantias legais. “Você vai ver os trabalhadores sempre com material de proteção e carteira assinada”. afirma.

Incentivos - A quantidade de empregos gerados pela citricultura só não é maior porque os produtores não conseguem transformar as frutas em bens finais, como sucos ou doces. “Faltam indústrias para processar a laranja”, reclama o produtor  Wagner  Cerqueira Batista. Segundo ele, essas fábricas poderiam ampliar bastante a geração de renda a partir da cultura, mas a instalação das mesmas depende de incentivos.

A qualidade do solo dá à região a possibilidade de investir no plantio de tangerina, limão, abacaxi, maracujá e coco-da-baía

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