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Filme de Recôncavo baiano é selecionado para o Festival de Brasília

Rafael Carvalho | Especial para A TARDE

Por Rafael Carvalho | Especial para A TARDE

09/08/2017 - 16:24 h
O longa-metragem "Café com Canela" é de Glenda Nicácio e Ary Rosa
O longa-metragem "Café com Canela" é de Glenda Nicácio e Ary Rosa -

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é talvez hoje o mais importante e prestigioso evento cinematográfico do país. A lista de selecionados acabou de ser divulgada e há dois filmes baianos em competição: o longa-metragem "Café com Canela", de Glenda Nicácio e Ary Rosa, e o curta "Mamata", de Marcus Curvelo.

"Café com Canela" é produzido pela Rosza Filmes Produções, empresa sediada na cidade de São Félix, próximo a Cachoeira. Os diretores do filme e donos da produtora passaram pelo curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo (UFRB) e sediaram lá sua empresa. "Café com Canela" é o primeiro longa que eles realizaram.

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“É uma felicidade estar no festival, junto com cineastas que a gente admira tanto. Ficar entre os nove é surpreendente, mas estamos muito animados até por ser uma edição muito importante do festival, a 50ª”, comemora o diretor Ary Rosa.

Segundo ele, "Café com Canela" é uma história de cotidiano, traçada a partir do reencontro entre duas mulheres, Margarida e Violeta. O filme pretende mostrar a cara do recôncavo baiano, explorando as regiões de Cachoeira, São Félix e Muritiba. “É um ponto muito chave e caro para gente o respeito e o entendimento desse lugar. E o Festival Brasília é uma janela linda para mostrar isso”, arremata o diretor.

Ary também destaca o fato do filme ser de uma produtora do interior da Bahia. “Salvador também é um centro em relação a gente. Mas isso tudo é parte de uma política pública de descentralização que soubemos entender. E foi uma escolha nossa manter a produtora no recôncavo. É muito bom saber que é possível fazer filmes aqui”, revelou Ary.

Curta-metragem

Também tem presença baiana na seleção de curtas-metragens: "Mamata", dirigido por Marcus Curvelo, membro do Cual – Coletivo Urgente de Audiovisual. Eles já passaram pelo festival ano passado com o curta Ótimo Amarelo e voltam agora com o novo filme.

Segundo Curvelo, o curta foi feito à luz dos últimos acontecimentos políticos do país. Sem revelar muita coisa da história, e perguntado sobre o que esperar desse filme, a resposta foi enfática: “Depressão e delírio. Desespero profundo com o Brasil. Fizemos sem dinheiro. Somos todos desesperados e insistentes”, disse o diretor.

Além dele, vale destacar a presença do curta "As Melhores Noites de Veroni", dirigido pelo alagoense Ulisses Arthur, que está finalizando o curso de Cinema e Audiovisual na UFRB e cotou com equipe formada por alunos do curso para realizar o filme.

O Festival de Brasília acontece de 15 a 24 de setembro. Abaixo, a lista dos longas e curtas selecionados para a edição deste ano:

>> Mostra competitiva de longa-metragem

"Arábia", de Affonso Uchoa e João Dumans (MG)

"Café com Canela", de Ary Rosa e Glenda Nicácio (BA)

"Construindo Pontes", de Heloisa Passos (PR)

"Era Uma Vez Brasília", de Adirley Queirós (DF)

"Música para Quando as Luzes Se Apagam", de Ismael Cannepele (RS)

"O Nó do Diabo", de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé, Jhesus Tribuzi (PB)

"Pendular", de Julia Murat (RJ)

"Por Trás da Linha de Escudos", de Marcelo Pedroso (PE)

"Vazante", de Daniela Thomas (SP)

>> Mostra competitiva de curta-metragem

"A Passagem do Cometa", de Juliana Rojas (SP)

"As Melhores Noites de Veroni", de Ulisses Arthur (AL)

"Baunilha", de Leo Tabosa (PE)

"Carneiro de Ouro", de Dácia Ibiapina (DF)

"Chico", de Irmãos Carvalho (RJ)

"Inocentes", de Douglas Soares (RJ)

"Mamata", de Marcus Curvelo (BA)

"Nada", de Gabriel Martins (MG)

"O Peixe", de Jonathas de Andrade (PE)

"Peripatético", de Jessica Queiroz (SP)

"Tentei", de Laís Melo (PR)

"Torre", de Nadia Mangolini (SP)

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