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Ao inaugurar fábrica, Renault cobra aprovação do Rota 2030

Marco Antônio Jr, de São José dos Pinhais/PR
Por Marco Antônio Jr, de São José dos Pinhais/PR
| Atualizada em

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Unidade de São José dos Pinhais produzirá 500 mil blocos e cabeçotes de motores por ano
Unidade de São José dos Pinhais produzirá 500 mil blocos e cabeçotes de motores por ano -

Prestes a completar 20 anos fabricando automóveis no Brasil, a Renault inaugurou esta semana, em São José dos Pinhais/PR, a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), que vai ampliar a capacidade de produção de motores a combustão e dispensar o fornecimento de blocos e cabeçotes que antes eram importados do Japão. Esta é a quarta unidade da montadora no Complexo Ayrton Senna de onde já saíram 2,8 milhões de veículos desde 1998.

Com a presença do governador do Estado, Beto Richa (PSDB-PR) e do Ministro do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior, Marcos Jorge, os executivos do grupo francês cobraram a aprovação do programa de investimentos para o setor automobilístico , o Rota 2030, que conta com apoio da Anfavea.“Aguardamos a definição do programa e sabemos que o ministro Marcos Jorge, aqui presente, sabe da importância da definição de regras claras para a produção de veículos no país”, cobrou Luiz Pedrucci, Presidente da Renault do Brasil.

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Em seguida, Pedrucci passou a elencar números da nova unidade fruto de um investimento de R$ 350 milhões e que terá mais R$ 400 milhões na unidade de produção de motores. “Inauguramos esta unidade no melhor momento da Renault, que em 2017 atingiu 7,7% de participação no mercado interno”, comemorou lembrando que 1.300 funcionários foram contratados recentemente e que o terceiro turno, dedicado a produção do subcompacto Kwid, foi reativado.

Investimento condicionado

Para seguir investindo no Brasil, o presidente da Renault para a América Latina, Olivier Murguet, foi o segundo executivo a cobrar uma posição do governo federal sobre o programa. “Encerramos hoje um ciclo de investimento mas mas para definir um próximo ciclo precisamos conhecer as regras do Jogo e o Rota 2030 vai mostrar tudo o que precisamos para definirmos nosso novo ciclo”, enfatizou.

Ministro não respondeu

Antes do discurso do governador tucano Beto Richa, que destacou ações de concessão e melhorias na infraestrutura do polo industrial de Curitiba, o Ministro do MDIC Marcos Jorge disse que estava “ciente que o setor automotivo gera 1,6 milhão de empregos”. Sem precisar uma data para que o programa seja efetivamente anunciado, destacou que há outros setores contemplados no Rota 2030.

“Não só aguardamos os próximos passos para efetivação do programa de incentivos mas lembro que ele está atrelado a outros segmentos”, disse relembrando que o governo federal já fez um mapeamento de corredores logísticos e adiantou que virão incentivos para veículos híbridos e elétricos.

Respondendo aos executivos, disse: “Esta não é a nossa única meta pois trabalhamos há 23 meses para recuperar a economia brasileira contribuindo para tornar o setor produtivo mais competitivo”, finalizou.

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| Foto: Divulgação
Unidade de São José dos Pinhais produzirá 500 mil blocos e cabeçotes de motores por ano

Processo limpo

Erguida ao lado das outras unidades do grupo, a CIA ocupa 14,5 mil metros quadrados de área construída e teve o envolvimento de 2.000 colaboradores. O processo de forja dos blocos e cabeçotes de motores utiliza uma tecnologia limpa com reaproveitamento de energia térmica gerada nas caldeiras, tem iluminação em LED e aproveitamento de luz natural reduzindo o consumo de eletricidade em 5%, segundo a montadora.

Com capacidade para produzir até meio milhão de motores por ano, a Renault atua em sinergia com as outras unidades da região, posicionadas na Argentina, Colômbia e Chile, países onde está presente há décadas e onde ocupa a vice-liderança. Boa parte desses propulsores obedece a padrões mais limpos de emissões, e pertencem à família SCe, de Smart Control Efficiency (controle de eficiência inteligente) que equipam modelos como Kwid, Sandero, Logan, Duster e Oroch.

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