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Professor suspeito de assediar alunas em colégio público é solto

Justiça considerou que não há provas necessárias para a prisão em flagrante

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
O suspeito foi encaminhado para a carceragem da Dercca
O suspeito foi encaminhado para a carceragem da Dercca - Foto: Foto: Haeckel Dias | Ascom-PC

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) concedeu liberdade ao professor preso em flagrante por suspeita de assediar duas alunas dentro de um colégio estadual no bairro de São Tomé de Paripe, em Salvador.

A Justiça considerou a prisão em flagrante ilegal pois, segundo o TJBA, não existem elementos que provem que o professor tenha cometido o crime e nem que tenha sido encontrado perante o ato.

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"Conclui-se, portanto, que o flagranteado não foi detido no curso da prática da infração penal ou quando acabou de cometê-la, nem tampouco houve perseguição ou descoberta de objetos que fizessem presumir ser ele autor da conduta".

Relembre

O caso aconteceu no dia 28 de setembro. Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi autuado em flagrante na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra Criança e ao Adolescente (Dercca), após duas alunas denunciarem que tiveram seus corpos tocados pelo suspeito. Ainda segundo a polícia, o suspeito foi encaminhado para a carceragem da Dercca, unidade policial que realizou a escuta especial das adolescentes por meio de atendimento psicossocial.

Na época, a Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC) informou que abriu um processo administrativo para apurar e adotar as medidas cabíveis.

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