BRASIL
Metrô demite 5 funcionários acusados de sabotagem
O Metrô de São Paulo demitiu cinco funcionários acusados de prática de sabotagem durante paralisação da categoria ontem, contra uma possível queda do veto presidencial contra a Emenda 3. A informação foi confirmada hoje pelo Sindicato dos Metroviários, que não soube dizer se a dispensa foi ou não por justa-causa. O sindicato também não soube dizer os nomes de todos os cinco demitidos. Um deles é Paulo Roberto Pasin, vice-presidente do sindicato. Ele foi acusado pelo Metrô de ter desligado a energia na Estação Sé.
As informações dão conta de que outros dois sindicalistas, cujos nomes ainda não são conhecidos, teriam entrado nos túneis, obrigando um operador a pedir o corte de energia. Segundo ainda o Metrô, outros dois sindicalistas teriam entrado na cabine de um trem, impedindo o operador de conduzi-lo. O Metrô registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia da Barra Funda e vai entrar com pedido de abertura de inquérito no Ministério Público Federal para apurar a ocorrência de crime de desobediência.
Para o Metrô, os sindicalistas teriam praticado as sabotagens devido à baixa adesão da categoria ao movimento. Tanto é que a paralisação, que deveria acontecer das 4h30 às 6h30, foi encerrada 30 minutos antes - por volta das 6 horas - por esse motivo. Já o sindicato alega que o protesto terminou mais cedo devido a um acordo firmado com a empresa. Representantes da CUT, Força Sindical e outras entidades, entre elas o próprio Sindicato dos Metroviários, se reúnem hoje para avaliar as demissões e as acusações de sabotagem.
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