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DIREITOS HUMANOS

Órgão da ONU vai analisar casos de violência policial no Brasil

Grupo vai investigar operação na Vila Cruzeiro e a morte de Genivaldo

Da Redação

Por Da Redação

02/06/2022 - 10:49 h | Atualizada em 02/06/2022 - 13:33

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A entidade solicita que as autoridades prestem “desculpas formais” em resposta às ações violentas
A entidade solicita que as autoridades prestem “desculpas formais” em resposta às ações violentas -

A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do órgão criado para avaliar o racismo e violência policial do caso George Floyd, vai analisar agora a situação brasileira envolvendo os episódios da chacina na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, e a morte de Genivaldo de Jesus Santos, asfixiado em uma “câmara de gás” montada em uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Sergipe.

A ação ocorre após o envio de uma denúncia pela Comissão Arns ao Alto Comissariado da ONU solicitando providências em relação à escalada de violência policial no país.

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O documento ressalta que as ações com uso desproporcional da força se intensificaram durante o governo Jair Bolsonaro, que , de acordo com o relatório, “adota uma retórica violenta e abertamente contrária aos direitos humanos”.

Segundo o colunista do Uol, Jamil Chade, a Comissão pediu que a ONU pressione o governo brasileiro a realizar uma “investigação rápida e imparcial dos assassinatos”, além de afirmar a necessidade de “preservar as evidências das cenas do crime, a fim de elucidar, tanto quanto possível, a hipótese de execuções sumárias”.

A denúncia também pede que seja avaliada a presença de discriminação racial no massacre e que seja apresentadas “medidas para erradicar as causas subjacentes que levam à execução desproporcional de pessoas de ascendência africana pelas forças policiais”.

Por fim, a entidade solicita que as autoridades prestem “desculpas formais” em resposta às ações violentas. Os massacres passaram a fazer parte do cotidiano da população pobre e negra da região do Grande Rio de Janeiro, afetando muitos dos bairros mais pobres e negros desta região metropolitana”, diz a nota.

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