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PCC mata três policiais em atentados

Agência Estado
Por Agência Estado

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Dois policiais civis e um militar foram mortos hoje (12) à noite na capital em uma série de ataques atribuídos à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). As ações deixaram cinco feridos - dois policias civis, dois PMs e um agente penitenciário.



Os atentados foram uma resposta à transferência de líderes da facção para São Paulo e de 765 criminosos perigosos de várias prisões do Estado para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau



Segundo o diretor do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), Antônio Chaves Martins Fontes, um policial civil foi morto em Guaianases, na zona leste.



Outro investigador foi assassinado na Rua Clodomiro Amazonas, no Itaim-Bibi, na zona sul. Ele havia saído do trabalho e estava em um bar. O delegado não confirma se todos os crimes foram cometidos pelo PCC, embora haja indícios disso. Um PM foi morto em Osasco.



Dois PMs foram baleados na zona leste, na região de São Mateus, e um deles está em estado grave. Um agente penitenciário também foi baleado na Vila Formosa, zona leste. Na mesma região, no Parque São Rafael, o 55º DP foi atacado a tiros por homens armados em 15 carros. Não houve vítimas. Em Cidade Tiradentes, houve um ataque ao 54º DP, sem feridos. Segundo Martins Fontes, a suspeita é que os ataques na zona leste tenham sido cometidos pelo mesmo grupo.



Em Parada de Taipas, criminosos tentaram invadir o 74º DP. Houve tiroteio, mas não houve feridos.



Segundo Nelson Silveira Guimarães, diretor de Polícia da Grande São Paulo, dois guardas civis foram baleados em uma base em Carapicuíba. Ele não soube informar o estado deles. Em Barueri, houve um ataque a uma delegacia, sem vítimas.



Hoje, sete líderes da facção criminosa foram levados à sede do Departamento Estadual de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), em São Paulo. Entre eles, estava o líder máximo do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e Rogério Jeremias, o Gegê do Mangue. Todos foram trazidos em um avião da PM. O trânsito foi interrompido pelos policiais em frente ao departamento, na Avenida Zaki Narchi, uma das principais da zona norte.



Ali, seis dos presos foram interrogados pela delegacia de Roubo a Bancos. Marcola acabou sendo ouvido pelo diretor do departamento, Godofredo Bittencourt Filho.



A sede do Deic, na zona norte, teve de ser cercado por dezenas de policiais civis. Para evitar possíveis ataques, homens do Grupo Armado de Repressão a Roubos de Assaltos (Garra), da Delegacia Anti-Seqüestro e até do Grupo Especial de Resgate (GER) montaram um bloqueio na Avenida Zaki Narchi.

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