BRASIL
Pelo menos 16 aves apreendidas na casa de Torres morreram no Ibama
Nos dias 24 de fevereiros e 18 de abril, o Ibama e Ibram fizeram duas operações na casa de Torres

A Polícia Federal informou que pelo menos 16 aves das 55 aves apreendidas na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres morreram enquanto estavam sob a guarda do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A informação é da coluna do Guilherme Amado, do site Metrópoles.
Nos dias 24 de fevereiros e 18 de abril, o Ibama e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) fizeram duas operações na casa de Torres. Nesse período, o ex-ministro estava preso sob suspeita de atuar nos atos golpistas de 8 de janeiro.
Em abril, os agentes apreenderam 55 pássaros do criadouro e levaram os animais ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama em Brasília.
No intervalo entre a segunda operação e o dia 24 de maio, 13 aves morreram no Ibama e não haviam passado por perícia. Outras três morreram a partir de junho, de acordo com um laudo da Polícia Federal.
Segundo a PF, as aves chegaram ao Ibama com irregularidades nas penas, bicos fragilizados, com possível deficiência nutricional e falta de sol. O Ibama seguiu o protocolo padrão para receber os pássaros.
O relatório afirmou também que quatro aves apreendidas chegaram ao órgão “em gaiolas limpas, com água e comida, além de galhos para o enriquecimento”.
Procurado, o Ibama afirmou que as aves que morreram chegaram ao órgão “em condições debilitadas”, mas não informou quantas.
“Algumas aves apresentavam ausência de penas em áreas como dorso, cabeça e membros posteriores, além de fragilidade nos bicos, com sinais quebradiços”. O Ibama disse ainda que aguarda o resultado dos laudos.
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