Trilhas novas levam a descobertas maravilhosas
A Bahia é rica para quem curte aventura

Buscar caminhos e trilhas para novas aventuras requer uma boa preparação, para que tudo termine da melhor forma possível, com os objetivos sendo alcançados. Em meio a essa preparação está o cuidado com o equipamento (mochila, calçado, bastões, roupas, alimentação) e como será o deslocamento até o local da trilha.
Na minha última aventura pelo interior da Bahia, meu deslocamento foi com o Fiat Cronos Drive 1.0 Flex. Mais uma vez é bom explicar que para se chegar no início de uma trilha ou caminhada, é preciso se fazer o deslocamento inicial, que pode ser de carro, ônibus, moto ou avião. Tudo vai depender da localização da sua trilha.
Como a minha trilha ficava no Sul da Bahia, preferi fazer o meu deslocamento de carro. A melhor escolha seria um veículo com tração nas quatro rodas, para tentar enfrentar maiores desafios em difíceis trilhas.

Como não foi possível, utilizei o Sedan da Fiat, pelo fato de ser considerado o mais econômico do mercado e com um bom custo benefício.
Foram quase 1 mil km de deslocamento pelas BRs 324 e 101 e alguns quilômetros em estradas vicinais nos municípios de Itabuna e Ilhéus.
A Bahia tem uma extensa área territorial e é rica em biodiversidade, sendo, portanto, uma excelente opção para quem curte a aventura de caminhadas e trilhas. Já existem muitas trilhas mapeadas, mas o desconhecido também é uma atração à parte e isso tem motivado muitas pessoas a buscarem esse tipo de aventura.

Andar por trilhas desconhecidas tem pontos positivos e negativos. Mas tudo vale à pena, pois a descoberta de regiões desconhecidas torna a aventura muito mais emocionante. Nesse caso específico, o objetivo era descobrir caminhos e rotas por entre parte da Mata Atlântica e em regiões de beleza rara.
Para fazer esse desafio, contei com a ajuda de dois moradores da região, Carlão e Nicó, que conhecem boa parte das trilhas locais e contribuíram muito, para que essa aventura fosse um sucesso. Carlão, na região de Itabuna, fez o percurso de cavalo, enquanto eu enfrentava a trilha à pé.
Como choveu bastante na região, não foi fácil para mim vencer os obstáculos que eram facilmente superados pelo meu guia, com o cavalo.
O resumo desse dia na aventura foram algumas quedas na lama (mais nada demais que não rendesse boas risadas), um bastão quebrado (estou precisando de um de carbono ou alumínio) e um par de tênis que precisou de muito trabalho para limpar, assim como a roupa.
A aventura continuou no dia seguinte, já em outra direção e outra trilha.

Desta vez, com o guia Nicó, um especialista na região cacaueira, principalmente na área do Rio do Engenho, onde ele é considerado o coordenador da segunda igreja mais antiga do Brasil e do museu da localidade.
Disposto a mostrar parte das belezas da região, Nicó me colocou em trilhas que até ele nunca tinha passado. Com isso, fomos obrigados a percorrer áreas de mata fechada e no final, muitos cortes de tiririca nos braços, mostrando que não se pode esquecer de camisas de manga comprida, quando se entre numa trilha desconhecida.
Depois dos desafios da aventura pelas trilhas, uma travessia à barco, pelo rio do Engenho e uma parada revigorante para um delicioso almoço, no Restaurante Delícias do Engenho e momentos de descontração para ouvir as histórias locais e tirar fotos para registrar a aventura.
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