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A TARDE Agro

Por José Luiz Tejon

ACERVO DA COLUNA
Publicado | Autor: José Luiz Tejon

Novo ministro avalia pesca e perspectivas do agro para 2026

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Estive em Brasília, com o novo titular do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), André de Paula. Ele veio do setor da Pesca e falou como está essa área no Brasil.

“Estar na gestão da Pesca pelo período de três anos e três meses foi uma grande experiência e vai ser muito valiosa também no Mapa.

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O presidente Lula sempre entendeu que a pesca e a aquicultura têm um potencial de ordem tal para o nosso País que justificaria a criação de um ministério que trabalha com as diversas áreas da atividade. Saio de lá feliz com o trabalho que nós pudemos realizar”, disse o gestor.

“Muitos dos nossos objetivos foram alcançados, outros estão próximos, até a passagem aqui pela pasta da Agricultura tenho a impressão que vai me ajudar a realizar um sonho, sobretudo em relação à pesca industrial, que é voltar a oferecer o nosso pescado para o mercado europeu. Nós deixamos de oferecer em 2014, é um mercado que, além de grande, é rigoroso. Portanto, fornecer os pescados para a Europa significa a possibilidade de fornecer para qualquer mercado internacional. Nós tínhamos lá como grande desafio reestruturar o setor, com a recriação de um ministério, montagem de políticas públicas que pudessem resgatar compromissos assumidos pelo presidente Lula”, acrescentou André de Paula.

Segundo ele, a avaliação é de bons avanços: “A pesca e a aquicultura ocupam um espaço cada vez maior, e isso foi importante para chegar até o Ministério da Agricultura. Com o agro, a minha primeira experiência foi logo no início da vida pública, ao me eleger deputado federal fui convidado pelo governador de Pernambuco para ser, por quatro anos, secretário estadual da Produção Rural e Reforma Agrária, equivalente, hoje, à Secretaria de Agricultura. Essas experiências me ajudarão agora neste novo grande desafio”.

Ele falou, também, dos principais objetivos e ações até o final do ano à frente do Mapa.

“Estamos dando sequência ao que já vem sendo feito desde o início do governo Lula, liderado com sucesso pelo ex-ministro Carlos Fávaro. Este é um momento desafiador e as circunstâncias nem sempre se cincunscrevem às questões que dizem respeito ao agro no Brasil. Nós estamos com dificuldades que são geradas pela guerra e que se refletem nos fertilizantes, no óleo diesel, e isso tudo tem implicações desafiadoras. Então, eu diria que apoiar o produtor rural, que hoje tem dificuldades no que diz respeito a crédito, inadimplência, temos de seguir com políticas públicas importantes, como promover um esforço do governo para que se possa apresentar um Plano de Safra robusto, mas que, ao mesmo tempo, tenha a preocupação com a questão das taxas de juros, porque não adianta só disponibilizar recursos significativos se não viabilizarmos o acesso a eles”, pondera o ministro.

E conclui: “O que me deixa muito entusiasmado é que eu já encontrei aqui uma equipe muito eficiente, que toca programas com muito sucesso, que estabelece uma interface importante com o setor. Acredito que o sucesso é necessariamente algo que precisamos conjugar de forma coletiva, unindo os três níveis de governo, iniciativa privada, produtor, academia, pesquisadores da Embrapa, enfim, todo o setor, para que possamos avançar com sucesso”.

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