Busca interna do iBahia
HOME > colunistas > TEMPO PRESENTE
COLUNA

Tempo Presente

Por Redação, com Paulo Leandro

ACERVO DA COLUNA
Publicado | Autor:

Emergência contra acidentes e doenças

Confira a coluna Tempo Presente

Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email
Imagem ilustrativa da imagem Emergência contra acidentes e doenças
-

Saúde e segurança no trabalho seguem como tema do dia, depois da campanha Abril Verde, como tática permanente de chamar a atenção de gestores e da cidadania com o objetivo de anteciparem-se aos acidentes e doenças, viabilizando ações preventivas.

A divulgação de estatística recente, pauta de manchete e editorial d'A TARDE, dá bem uma ideia da importância de mudar o costume de esperar acontecer, em vez de providenciar a prevenção.

Tudo sobre Tempo Presente em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

Dados recentes na Bahia ligam a sirene pois somente entre os meses de janeiro e agosto de 2025 apontam para 10.187 acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, com 63 óbitos.

O volume pode superar as 1.400 ocorrências compiladas a partir de dados oficiais pois segundo os sindicatos, é comum não se registrarem ocorrências nas famosas operações-abafa.

– A maioria dos acidentes de trabalho ocorre não por falta de tecnologia sofisticada, mas por falhas básicas de organização, comportamento e controle de riscos – afirma o professor universitário da Afya Salvador, Fábio Maciel, médico especialista em saúde do trabalho.

Segundo Maciel, algumas medidas simples mas de impacto na prevenção dos acidentes podem ser tomadas pelos empregadores e por empregados.

Entre os ambientes possíveis de registro de lesões, estão as academias de musculação, canteiros de obras, pátios de escola e até nas dependências do sistema prisional ninguém está livre.

A proposta da campanha Abril Verde, desenvolvida no conceito de associar o mês em curso a uma cor, continua em maio, lembrando a importância da sinalização; fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs); fiscalização e ergonomia.

ABRE ASPAS

“A vida e a democracia são frágeis. Ambas são ótimas e necessárias. Se a gente não lutar todos os dias, a vida se perde de maneira física, factual, ou se perde pelo que ela podia ter sido e não foi. Assim é a democracia”

Cármen Lúcia, ministra do STF, durante aula magna realizada ontem na Universidade de Brasília (UnB).

Empreendedorismo negro

Estão prorrogadas até 27 de abril as inscrições gratuitas para a 4ª edição do Redes Alvorada, iniciativa voltada ao fortalecimento do afroempreendedorismo em Salvador. Os encontros ocorrerão online em maio e junho, com vagas para 60 empreendimentos. O programa oferece formação, mentorias, rodadas de negócios e kits digitais, visando qualificação e ampliação da presença no mercado. As inscrições podem ser feitas pelo site www.blocoalvorada.org.br/edital-redes-alvorada-2026. A ação busca estimular autonomia econômica, uso de ferramentas digitais e geração de renda para empreendedores negros.

Documentário recupera humanismo diamantino

A redução da Chapada Diamantina a mercadoria, efeito da atividade turística, pode ter produzido o apagamento de sua maior beleza, o peculiar, único e autêntico jeito de ser do povo, mas agora o cinema vai corrigir esse erro.

O documentário “Riachão de Jacobina: Memórias, patrimônio e identidades de um lugar”, estreia amanhã em Salvador em sessão especial marcada para as 19 horas, no Museu de Arte Moderna da Bahia.

Depois do filme de resgate tem o papo-cabeça com Izabel Cruz, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), e a escritora Luciana Brito, pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

O curta-metragem tem como cenário a vila de Itaitu, distrito de Jacobina, onde são colhidos depoimentos de moradores de todas as idades, revelando toda a humanidade da região.

Com argumento de Liani Sena e direção de Jorge Itaitu, Marcos Bokapiu, Andrea Duarte e Momó Abreu, o documentário tem caráter educativo e foi pensado especialmente para dialogar com estudantes e o público em geral.

– O projeto é uma experiência coletiva de fazer filme, e a minha atuação começa como pesquisador da história local, com o olhar de alguém pertencente ao território – afirma Marcos Bokapiu.

Segundo Bokapiu, o filme busca provocar reflexões em diferentes públicos, na intenção de fazer ecoar as vozes da Chapada contribuindo assim para uma percepção de valores e saberes ameaçados de extinção.

O documentário de 29 minutos atende ao princípio de autenticidade, ao denunciar o processo de homogeneização dos lugares, submetidos à perversa lógica do consumo.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Tags

Relacionadas:

Assine a newsletter e receba conteúdos da coluna O Carrasco