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Por Everton Santos

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Publicado | Autor:

Mulher lidera 135 anos da Faculdade de Direito

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Na foto: Entrada principal do Campus da UFBA de Ondina Foto: Olga Leiria / Ag. A TARDE Data: 14/08/2024
Na foto: Entrada principal do Campus da UFBA de Ondina Foto: Olga Leiria / Ag. A TARDE Data: 14/08/2024 -

Dirigida pela primeira vez por uma mulher, Mônica Aguiar, a Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia comemora amanhã seus primeiros 135 anos.

De sala improvisada em casarão na Ladeira da Praça à segunda sede, na atual rua Teixeira de Freitas, a faculdade funcionou na Piedade, próxima ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, até chegar à Graça, onde está até hoje.

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Este percurso está representado em painel, como parte das comemorações, além de programação de palestras e o lançamento de um livro de mil páginas, o segundo volume de Revereor, coleção de artigos assinados por docentes.

Celeiro de intelectuais, políticos e juristas de nomeada, em alcance nacional, a faculdade de Direito vem mudando de perfil, ao acolher grupos sociais de origens distintas, além da mudança de paradigma de gestão.

Prova disso é a presença de Mônica Aguiar, já há cinco meses no comando do estabelecimento, ao vencer, na disputa eleitoral, um dos baluartes da Faculdade de Direito, o professor Celso Castro.

Comprometido com a missão de formar advogados e pesquisadores do direito com repositório filosófico e humanista, o professor de Processo Penal, César de Farias, um dos expoentes da comissão de festejos dos 135 anos, antevê um futuro auspicioso a combinar com a história de resistência pela liberdade.

O acolhimento de cotistas enriquece a prática jurídica ao promover o compartilhamento multicultural e perspectivas variadas. Espera-se que a formação de novos advogados seja fortalecida pelo debate ampliado sobre leis e justiça, garantindo o acesso acadêmico a grupos sociais antes restritos a funções auxiliares.

ABRE ASPAS

“Não quero um papa que ache terrível que os EUA tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos EUA” Donald Trump, presidente dos EUA.

“A mensagem continua a mesma: promover a paz”, Leão XIV, papa.

“Malária” lançado em Ilhéus

Recém-lançado pela Tinta-da-China Brasil, *Malária: um romance*, de Carmen Stephan, será apresentado em Ilhéus no dia 16 de abril, às 18h30, no Auditório da Academia de Letras, com mediação de Priscila Dias. Alemã radicada na Bahia, a autora — premiada na Alemanha e também confirmada na 24ª Flip — transforma sua experiência com a doença na Amazônia em uma autoficção singular, narrada pela fêmea do mosquito que a infectou. A escolha radical desloca o foco da vítima para o vetor, criando uma narrativa inquietante sobre vida, morte e interdependência, marcada por forte dimensão simbólica.

Bahia segue primeira na energia por vento

A Bahia mantém em 2026 a liderança nacional em energia produzida a partir da captação de ventos, chamada eólica, por referência original ao deus Éolo, nas origens da civilização ocidental, a Grécia Antiga.

A posição privilegiada, no entanto, passa longe de uma concessão gratuita de alguma divindade, pois vem exigindo planejamento e execução de obras e serviços por parte do governo do Estado a fim de conseguir atrair investidores.

De acordo com dados mais recentes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a Bahia detém 37% de toda a produção nacional, demonstrando condições para se formar crença em escalada nos próximos anos.

São 381 usinas em operação e potência outorgada de 11,8 GW, com investimentos estimados em R$ 77 bilhões e geração de aproximadamente 118 mil empregos em toda a cadeia produtiva.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico em exercício, Aécio Moreira, o desempenho é impulsionado pelo chamado “corredor de ventos”.

A produção de energia, acrescenta Aécio Moreira, é caracterizada por ventos constantes, estáveis e em uma só direção, garantindo alta eficiência operacional dos parques eólicos.

Na avaliação dos especialistas, a Bahia reúne condições naturais estratégicas, aliadas a políticas de incentivo, sustentando a expectativa de crescimento contínuo da capacidade dos parques eólicos

Somente em janeiro de 2026, foram gerados 2.498 GWh, volume suficiente para atender uma quantidade de residências compatível com a intensidade da preocupação de detentores da concessão pública de energia elétrica.

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