CULTURA
Em coletiva, Maria Gadú fala sobre carreira, parcerias e casamento gay

Por Marcos Casé, do A TARDE
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Bastante à vontade com a imprensa, a cantora Maria Gadú disse estar emocionada em estrear num evento do porte do Festival de Verão.
Em coletiva pós - show, agradeceu a receptividade do público baiano e falou um pouco sobre sua carreira.
Veja os melhores momentos:
Sobre ser considerada a substituta de Cássia Eller: Ninguém é substituível, Cássia Eller tem o lugar dela nos nossos corações e nossos ouvidos.
Influências - Eu toco tudo que eu gosto, não existe isso de separação musical, o som é som, o sol maior que está nas minhas músicas é o mesmo que está lá em qualquer música. Toco Kelly key porque a ouvia na infância. Eu ouvia de tudo, de Sandy & Júnior a Noel Rosa. Sandy & Júnior, acho importante a trajetória deles, são pessoas da minha idade, que já faziam musica desde os 5 anos de idade.
Parcerias - A convivência com Caetano foi muito, muito, muito legal. Tinha horas que eu não acreditava, olhava pro lado e uau, era Caetano tocando comigo. Não tenho pretensão de nada, chamou eu tô tocando".
Casamento gay - Não consigo ter uma opinião, porque pra mim o amor é genuíno e eu não enxergo a maioria do meu público como gays ou não, eu vejo as pessoas. Para mim a escolha sexual é uma expressão do livre arbítrio e é por isso que eu não levanto a bandeira gay, porque para mim é uma coisa natural.
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