Busca interna do iBahia
HOME > ECONOMIA
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

ECONOMIA

ACSP: venda a prazo sobe 12% na 1ª quinzena de junho

Agencia Estado

Por Agencia Estado

16/06/2009 - 16:03 h

Siga o A TARDE no Google

Google icon

As vendas a prazo no comércio de São Paulo cresceram 12,1% na primeira quinzena de junho em relação ao mesmo período de maio, segundo o indicador de consultas ao serviço de proteção ao crédito da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O economista da entidade, Emílio Alfieri, disse que os resultados indicam uma recuperação puxada pelas vendas de itens da linha branca (geladeiras, fogões, lavadoras, tanquinhos), contemplados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), aliado aos efeitos da queda acumulada da taxa de juros desde janeiro.

Segundo Alfieri, ainda não é possível avaliar que o "pior da crise" já passou para o comércio paulistano, porém o ritmo de retração nas vendas, que vinha sendo registrado até o mês passado, começa a perder força. "Pode ser o início de um ponto de reversão da tendência de queda", salientou. Os dados da ACSP, quando comparados aos quinze primeiros dias de junho do ano passado, apontaram retração de 12% nas vendas - resultados inferiores aos de abril (-19,1%) e maio (17,7%), ambos na comparação com o mesmo mês de 2008.

As vendas à vista, contabilizadas pelo SCPC Cheque da ACSP, apresentaram crescimento de 16,3% nos quinze primeiros dias de junho ante maio e de 9,3% sobre igual período de 2008. Segundo Alfieri, a comercialização de roupas, calçados, entre outros produtos de menor valor, registraram uma "melhora substancial". Ele destacou que os resultados da primeira quinzena foram influenciados, principalmente, pelo Dia dos Namorados e as temperaturas mais baixas, que estimularam as vendas da moda outono-inverno, além de cobertores e edredons.

Os registros recebidos, que indicam entrada de novos consumidores inadimplentes, subiram 14,6% na primeira quinzena de junho sobre igual período do ano passado, mas recuaram 15,1% na comparação com maio. Segundo Alfieri, o crescimento na comparação com 2008 reflete o aumento do nível de desemprego, sobretudo do final de 2008 e primeiro trimestre deste ano, que "começou a bater agora". Enquanto isso, os registros cancelados, que demonstram a renegociação ou pagamento das dívidas, subiram 1,2% sobre o mesmo período do ano passado, porém caíram 20,3% ante maio.

Confiança

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fecomercio para a capital paulista, apresentou o terceiro mês consecutivo de alta em junho, para 134,5 pontos. Esse resultado representa um aumento de 7% sobre maio, porém um recuo de 5,9% na comparação com junho de 2008. Segundo a entidade, os três meses consecutivos de alta indicam a "continuidade da tendência de recuperação gradual da confiança do consumidor", que devem garantir um período "um pouco melhor" para as vendas do varejo nos próximos meses.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Esquecido pelo Senado, Super MEI ganha sobrevida e avança na Câmara

Play

Deyvid Bacelar analisa impacto da guerra nos preços dos combustíveis na Bahia

Play

Da fazenda à xícara, Igaraçu revela segredo por trás dos cafés especiais

Play

SuperBahia tem expectativa de movimentar R$ 650 milhões

x