ECONOMIA
Adesão à greve no Rio é maior em bancos federais
A adesão à greve nos bancos públicos federais, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal (CEF), supera o patamar de 90% em agências na cidade do Rio de Janeiro, bem acima da média geral (incluindo bancos privados) de 60% na cidade. Especificamente no Centro do Rio, segundo o sindicato dos bancários, toda as agências dos bancos públicos estão fechadas. As informações foram dadas pelo diretor do Sindicato dos Bancários do Rio e integrante da direção da CUT, Adeílson Telles.
Ele também informou que hoje à tarde, em São Paulo, acontecerão novas rodadas de negociação com os dois bancos públicos. A reunião com a CEF será às 16 horas e com o BB, às 18 horas. Ainda não está definida retomada de negociações gerais, incluindo os bancos privados.
Na prática, há duas mesas de negociação desde o início da greve: uma apenas com os bancos públicos e outra com todos os bancos, incluindo privados e públicos. Telles explica que a greve é mais forte nos bancos federais porque o nível de organização é maior, enquanto é menor o que chama de "assédio moral", pressão exercida, segundo ele, por gerentes do banco com ameaças de demissão contra os grevistas. "Os bancos privados, em função da ameaça de demissão, acabam tendo um menor nível de adesão".
Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.
Participe também do nosso canal no WhatsApp.
Compartilhe essa notícia com seus amigos
Siga nossas redes




