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Agência japonesa eleva Brasil a grau de investimento

Agencia Estado
Por Agencia Estado

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A agência de classificação de risco de crédito japonesa R&I (Rating and Investment Information) elevou o rating do Brasil para BBB-, grau de investimento, segundo o site da empresa. A agência mantinha o País em BB+ com perspectiva estável desde julho de 2006. O representante-chefe da agência em Nova York, Hiroya Maruyama, tinha uma visita programada para o Brasil esta semana, mas cancelou a viagem e está hoje em Tóquio, segundo informações obtidas pela reportagem por telefone.

A R&I tornou-se a segunda agência japonesa a conferir grau de investimento ao Brasil. Em junho de 2007, a Japan Credit Rating (JCR) havia elevado a nota da dívida de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para "BBB-" e a nota da dívida de longo prazo em moeda local para BBB. As três principais agências de classificação de risco do mundo (Standard & Poors, Fitch Ratings e Moodys), contudo, ainda não deram o status de grau de investimento ao Brasil.

Em seu comunicado divulgado hoje, a R&I afirma que a economia do Brasil está mantendo seu impulso de crescimento e os indicadores econômicos externos - incluindo balanço de pagamentos e nível da dívida externa em relação ao PIB - continuam melhorando. Segundo a agência, o governo também respeita a disciplina fiscal.

"A R&I julga que o Brasil fortaleceu sua capacidade de enfrentar a desaceleração econômica global nos mercados financeiros", afirma a nota. A agência destaca o crescimento de 5,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2007 puxado pela "vigorosa demanda doméstica". Foi a segunda mais elevada taxa em dez anos, depois dos 5,7% de 2004, acrescenta. A R&I cita ainda o PIB per capita de US$ 6.938.

Segundo a agência, embora seja difícil manter estas condições robustas por causa do enfraquecimento das exportações ante a desaceleração da economia dos EUA e da valorização do real, a expansão da demanda doméstica brasileira não dá sinais de enfraquecimento. "A R&I acredita que o Brasil manterá sua tendência de alta dos negócios no futuro previsível", afirma.

Nos últimos anos, as exportações em geral foram fortes não só para as commodities primárias (matérias-primas), mas também para os produtos industrializados e o Brazil continuou gerando um grande superávit na balança comercial, ressalta o comunicado, acrescentando que a conta corrente é superavitária desde 2003. A agência comenta ainda que, como cresceu a percepção de que o Brasil atingiu maior estabilidade econômica, o investimento direto no País se acelerou, atraído pelos recursos naturais e pela escala do mercado no Brasil.

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