Busca interna do iBahia
HOME > ECONOMIA
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

ECONOMIA

Aliança de Peugeot e GM busca redução de custos

Agência Reuters
Por Agência Reuters

Siga o A TARDE no Google

Google icon

General Motors e PSA Peugeot Citroen irão buscar uma redução conjunta de custos de US$ 2 bilhões por ano com uma aliança global de plataformas de veículos e compras, mas isso só será integralmente atingido dentro de cinco anos, informaram as montadoras nesta quarta-feira.

Pelo acerto entre as empresas, a GM vai participar de um aumento de capital de 1 bilhão de euros (US$ 1,34 bilhão) da Peugeot, tornando-se a segunda maior acionista da montadora francesa como parte de uma ampla aliança industrial, disseram as companhias.

Tudo sobre Economia em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

A GM terá participação de 7% na Peugeot, segunda maior montadora da Europa, e as duas empresas irão combinar trabalhos de pesquisa e desenvolvimento, plataformas de veículos e tecnologias, informaram ambas as companhias.

"As sinergias com a aliança, em adição aos nossos planos independentes, posicionam a GM para uma lucratividade sustentável no longo prazo na Europa", disse o presidente-executivo da GM, Dan Akerson, em comunicado.

A aliança será concentrada em carros de passageiros pequenos e médios e crossovers. Posteriormente, os dois parceiros pretendem desenvolver juntos uma nova plataforma para veículos com baixa emissão de CO2. Os primeiros automóveis produzidos em uma plataforma conjunta começarão a ser comercializados em 2016. O comunicado sobre a parceria não mencionava possíveis fechamentos de fábricas ou demissões.

As economias de custos com o acordo serão limitadas nos primeiros dois anos, mas eventualmente atingirão US$ 2 bilhões por ano, valor a ser dividido igualmente entre as companhias.

O acordo, que vem à medida que a Peugeot e a unidade europeia Opel da GM enfrentam vendas lentas e capacidade ociosa na Europa, terá que vencer o ceticismo de investidores e analistas.

"A Peugeot precisa da GM, mas a GM não precisa da Peugeot", disse o analista Matthw Stover, da Guggenheim Securities, em Nova York. "É difícil para mim compreender como esse acordo ajuda a GM na Europa."

Ambas as montadoras têm excesso de capacidade de cerca de 25% na região, disse Stover, acrescentando a aliança traz riscos no momento em que a GM está em um ponto muito delicado de sua reestruturação.

Assim como a Peugeot, a Opel está lutando para reverter pesados prejuízos em meio à queda de vendas de carros na Europa e guerra de preços entre as fabricantes de automóveis.

As operações europeias da GM tiveram prejuízo de US$ 747 milhões no ano passado, enquanto a divisão de carros da Peugeot teve perda de 497 milhões de euros no segundo semestre.

A família Peugeot disse que investirá 150 milhões de euros no aumento de capital na montadora, permacendo como maior acionista da companhia.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Ponte Salvador-Itaparica: quanto tempo levará a travessia de carro?

Play

Carne nova no pedaço? Proteína de laboratório cresce e mira mercado na Bahia

Play

Esquecido pelo Senado, Super MEI ganha sobrevida e avança na Câmara

Play

Deyvid Bacelar analisa impacto da guerra nos preços dos combustíveis na Bahia

x