ECONOMIA
Alimentos e energia pesam mais na inflação dos EUA
A alta de preços no atacado em fevereiro nos Estados Unidos se deveu aos aumentos acentuados dos alimentos e da energia, mas também a aumentos de preços vindos de uma gama ampla de produtos de fora desses dois grupos. Os preços da energia no atacado subiram 3,5% em fevereiro, ante janeiro, com a gasolina dando um salto de 5,3% e o gás natural para calefação subindo 4,1%.
Os preços dos alimentos dispararam 1,9%, a maior alta mensal registrada desde outubro de 2003, parcialmente, em razão dos preços mais elevados de frutas frescas e vegetais.
Os preços no atacado de automóveis caíram 1,2%, enquanto os preços dos caminhões leves subiram 1,7%. Os cigarros tiveram reajuste de 4,6% no atacado e os brinquedos, jogos e "veículos infantis" aumentaram 2,3%, o que correspondeu à maior variação desde 1983.
Olhando mais profundamente na cadeia produtiva norte-americana, as pressões inflacionárias se ampliaram. Os preços das matérias-primas dispararam 8,9%. Excluindo a matéria-prima associada
a alimentos e energia, a alta foi de 2,7%. Os preços dos bens intermediários aumentaram 1,1% e 0,2%, quando excluídos alimentos e energia. As informações são da Dow Jones.
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