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ECONOMIA

Alta do PIB deve recuar no 2º tri ante o 1º, diz ministro

Agencia Estado

Por Agencia Estado

29/08/2006 - 17:37 h

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O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, afirmou hoje esperar que o crescimento da economia brasileira no segundo trimestre vai ficar abaixo do verificado nos três primeiros meses do ano, quando registrou alta de 1,4% ante o quarto trimestre de 2005 e de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo ele, apesar disso, a expectativa é a de que, no terceiro e no quatro trimestres, a economia se recupere e cresça de forma mais acelerada, fazendo com que o crescimento no ano fique entre 4% e 4,5%.

Crédito

Bernardo afirmou também que a diminuição do nível do depósito compulsório não está sendo estudada entre as medidas de redução dos spreads bancários e aumento da oferta de crédito. "Não tem nada disso", disse Bernardo, ao entrar para a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). O ministro não quis falar sobre as medidas que estão em estudo pelo governo. "O Ministério da Fazenda está conduzindo esses estudos e vamos divulgar as medidas na semana que vem", disse.

Financiamento habitacional

Ao sair da reunião do CMN, Bernardo afirmou ainda que o governo está procurando uma solução técnica que permita eliminar do custo dos novos financiamentos habitacionais a taxa referencial (TR) dos juros. Segundo o ministro, é possível fazer isso, mas é necessário esperar uma definição da área técnica. "Nós estamos procurando a solução técnica, não temos ainda a definição".

Segundo Paulo Bernardo, não existe pressão dos bancos em relação a essa medida. "Não estou sabendo de pressão nenhuma. Estamos preparando as medidas encomendadas pelo presidente. Na hora em que estiverem prontas, serão anunciadas."

O ministro disse que se deve a detalhes técnicos a decisão do governo de adiar para o dia 5 de setembro, em nova reunião do CMN, o anúncio das medidas de incentivo à construção na área da habitação e à redução do spread bancário. "O pessoal está trabalhando no detalhamento das medidas, e o ministro Guido Mantega (Fazenda) pediu que nós repartíssemos a reunião", disse, referindo-se ao fato de que, além do encontro de hoje, o CMN terá uma reunião extraordinária no dia 5 de setembro, quando serão anunciadas as medidas.

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