Busca interna do iBahia
HOME > ECONOMIA
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

ECONOMIA

Alta do trigo deixará massas e biscoitos mais caros em setembro

Thais Rocha l A TARDE
Por Thais Rocha l A TARDE
| Atualizada em

Siga o A TARDE no Google

Google icon

O aumento do preço do trigo no mercado internacional pesará no bolso do consumidor baiano a partir de setembro. A maior alta deve ser no preço das massas, em torno de 20%, e os biscoitos devem ficar 10% mais caros. A dúvida é sobre o pão francês, o popular pãozinho, que ainda não aumentou, apesar de a farinha de trigo, principal ingrediente da receita, ter sofrido alta de 43% de julho para cá.

O presidente do Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria de Salvador, Mário Pithon, explica que a variação no preço da farinha de trigo é muito grande e que o mercado prefere absorver esta alta até que o valor se estabilize. “Se continuar neste patamar, o aumento do pãozinho é justificável”, disse.

Tudo sobre Economia em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

A maior preocupação do setor, segundo ele, é com a tendência de desabastecimento sinalizada esta semana. Fornecedores de farinha de trigo estão com estoques em baixa, e alguns produtos, como a farinha integral, começaram a faltar. “Estou neste mercado há 15 anos e nunca vi faltar produto”, afirma Pithon.

A expectativa das empresas do setor é que, com o início da safra de trigo no hemisfério sul, o abastecimento melhore, gerando a regulação dos preços. Isto porque o Brasil recebe, no primeiro semestre, trigo do Canadá e, no segundo, o produto colhido no Sul do País e na Argentina. Pouco compra da Rússia, principal foco da crise, devido à perda da colheita na onda de calor e incêndios. Mas como o preço é regulado pelo mercado internacional, está sofrendo o impacto.

O presidente do Sindicato da Indústria do Trigo, Milho e Massas da Bahia, Antônio Ricardo Alvarez Alban, afirma que não acredita em movimento de especulação para tirar o produto do mercado.

Alban reconhece, entretanto, que a regulação dos preços só deve ocorrer em um prazo aproximado de oito meses. “Ainda não sabemos a dimensão da quebra de safra da Rússia, mas a próxima só será no ano que vem”, justifica.

Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A Tarde desta terça-feira, 24, ou, se você é assinante, acesse aqui a versão digital.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Index 2026: evento da indústria deve crescer 50% em Salvador

Play

Ponte Salvador-Itaparica: quanto tempo levará a travessia de carro?

Play

Carne nova no pedaço? Proteína de laboratório cresce e mira mercado na Bahia

Play

Esquecido pelo Senado, Super MEI ganha sobrevida e avança na Câmara

x