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ECONOMIA

Anatel quer acabar com celular analógico até 2008

Agencia Estado

Por Agencia Estado

13/07/2006 - 16:42 h

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pretende acabar com os serviços de telefonia móvel analógica até o dia 30 de junho de 2008. A proposta faz parte do conjunto de novos regulamentos para o uso das faixas de freqüências da telefonia móvel que a agência colocou em consulta pública ontem.

Em entrevista coletiva, o conselheiro da agência José Leite Pereira Filho, relator do tema, disse que atualmente há cerca de 122.923 usuários de aparelhos analógicos no Brasil, o que equivale a apenas 0,13% do total de celulares em uso no País. O conselheiro informou que, quando for extinto o sistema analógico, as operadoras deverão dar aos assinantes aparelhos que operem no sistema digital.

"Pedágio"

A Anatel publicou hoje no "Diário Oficial da União" resolução que define o regulamento para a remuneração do uso das redes da telefonia celular. O regulamento estabelece os critérios para o "pedágio" pago às empresas de celular tanto pelas operadoras de telefonia fixa - quando é feita uma ligação de um aparelho fixo para um celular - quanto pelas próprias companhias de telefonia celular - quando uma chamada é feita do aparelho de uma operadora para o de outra.

O conselheiro da Anatel José Leite Pereira Filho explicou hoje que a principal regra prevê que a Anatel poderá fixar um valor de referência para o Valor de Uso da Rede Móvel (VU-M), pago pelas operadoras de telefonia fixa às empresas de celular.

A idéia, segundo Leite, é agilizar a solução de conflitos causados entre empresas por essa cobrança. Quando houver disputa entre as empresas, a Anatel pode aplicar "cautelarmente" um valor de referência para o VU-M, que vigorará até que as empresas cheguem a um acordo.

A definição desse "pedágio" é importante também para o cálculo do reajuste das tarifas das empresas. O reajuste das tarifas das ligações de aparelhos fixos para móveis, por exemplo, ainda não foi fechado pela Anatel, justamente porque as empresas não chegam a um entendimento sobre o valor do VU-M. "Quando não há acordo sobre o VU-M, ambos os lados são prejudicados, pois o reajuste das tarifas não pode ser calculado", disse o conselheiro.

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