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Após 30 anos, Argentina volta a exportar carne suína

Agencia Estado
Por Agencia Estado

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Depois de três décadas, a Argentina voltará a exportar carne suína fresca. O anúncio foi realizado pelo presidente da Associação Argentina de Produtores Suínos (AAPP), Juan Ucelli, que indicou que a partir de fevereiro os produtores argentinos realizarão uma exportação inicial para os países da Europa do Leste. Com os problemas sanitários enterrados no passado, o setor sonha em vender ao exterior carne fresca novamente.

Mas, os produtores admitem que existem mercados, como o russo, cuja dimensão de demanda de carne suína é de tal tamanho que os empresários argentinos não possuem capacidade para atendê-lo atualmente. Por esse motivo, antes de tentar explorar o mercado russo, os produtores argentinos optaram por exportar a países de menor tamanho da região, como a Ucrânia, Casaquistão e Geórgia.

Nos últimos 30 anos, a Argentina teve que se restringir a exportar presunto, miúdos, banha, embutidos e demais derivados. No total, segundo a Secretaria de Agricultura, entre janeiro e outubro de 2007, a Argentina exportou 1,685 mil toneladas desses produtos, por um total de US$ 3,3 milhões. Isso equivale a 4,8% a mais em volume e 21% superior em divisas em comparação com o mesmo período de 2006.

No ano passado, a produção de carne suína e derivados foi de 320 mil toneladas, o que equivale a um aumento de até 8% em relação a 2006. Para 2008, a perspectiva do setor é que a produção aumente em 20%.

Demanda interna

No mercado interno, o consumo de carne fresca suína aumentou em 100% em relação a 2006. O consumo, per capita, é de cinco quilos por ano, enquanto que em 2006 era de somente dois quilos e meio. Incluindo frios e demais derivados da carne suína, o consumo sobe para oito quilos anuais por habitante. Esse volume é significativamente inferior ao consumo de carne bovina, de 67 quilos per capita anual, além da carne de frango, de 30 quilos per capita por ano.

A inflação dos produtos de carne suína na Argentina foram afetados pela inflação. No total, seus preços em 2007 sofreram um aumento de 100%.

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