ECONOMIA
Aquecimento da economia faz venda de consórcio crescer mais de 14% este ano
>>Veja a situação de cada consórcio junto ao Banco Central
O aquecimento da economia brasileira, aliada ao incremento do consumo, alavancou a compra de bens duráveis e serviços por meio de consórcio. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), a venda por meio de consórcios no Brasil cresceu 14,4% entre janeiro e maio deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado.
Nesta modalidade de compra, um grupo de pessoas reúne-se, sob a coordenação de uma empresa administradora, para angariar fundos mensalmente. Todo mês, uma ou mais pessoas são contempladas com uma carta de crédito.
Com o melhor desempenho dentre os segmentos abarcados pela modalidade, o consórcio de veículos registrou um incremento de 15,7% na contratação de cartas de crédito. Este é o setor que também abocanhou a grande maioria das cartas de crédito: 82,5% dos consórcios foram contratados para a aquisição de automóveis, carros utilitários, veículos pesados e motocicletas.
O resultado positivo no setor de consórcios é um reflexo do incremento da venda de veículos no País, que bateu recorde no primeiro trimestre do ano. O crescimento foi de 17,9% em relação ao mesmo período do ano passado, puxado pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), medida anticíclica de incentivo ao consumo que perdurou durante um ano, entre abril de 2009 de março de 2010. Mesmo com o fim da redução do IPI, o setor está otimista, com uma perspectiva de crescimento nas vendas da ordem de 10%.
Mercado nordestino - A expansão do consumo nas regiões Norte e Nordeste também alavancou a contratação de consórcios. Segundo Moisés Fonseca, gerente regional de vendas da Disal Administradora de Consórcios, empresa com atuação nas cinco regiões brasileiras, a expansão dos consórcios nas regiões Norte e Nordeste do País foi três vezes maior que a média nacional.
A venda de consórcios nestas regiões cresceu 46% este ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo com o fim da redução do IPI, a expectativa é fechar o ano com um incremento de pelo menos 30% nas vendas na região.
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