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ECONOMIA

Consumo de sorvete cresce 27% no Nordeste

Alana Fraga, do A TARDE

Por Alana Fraga, do A TARDE

11/09/2010 - 20:36 h | Atualizada em 22/01/2021 - 0:00

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A ascensão das classes C e D tem  aquecido o consumo de sorvete. Dados da Neilsen mostram que o mercado de sorvete no Nordeste cresceu  27% em volume em 2010 sobre 2009. De acordo com Eduardo Weisberg, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete (Abis), o consumo tem aumentado mais, em termos percentuais, no Norte e Nordeste. “São regiões onde os fabricantes mais têm comprado insumos para a produção”, explica.

A pouco mais de três meses para o início do verão, a produção já está aquecida e promete ser a mais alta da história no País. A expectativa da Abis é que as mais de dez mil empresas que atuam no ramo no Brasil ultrapassem este ano a marca recorde de mais de um bilhão de litros. É um aumento de 15% em relação ao ano passado,  quando foram consumidos cerca de 995 milhões de litros.  Hoje, o mercado dos gelados já movimenta quase R$ 3 bilhões.

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Os fabricantes de sorvete de Salvador esperam um incremento médio de 20% na produção. Dono da Sorveteria da Ribeira, uma das mais tradicionais da cidade, Francisco Carlos Lemos não revela números sobre a produção, mas garante que seus fornecedores de frutas estão cientes do aumento, que pode chegar a até 30% no verão.

Poucos metros ao lado, está prevista para o final do mês a inauguração do quarto estabelecimento do ramo numa distância de menos de 100 metros. O dono da Sorveteria Primavera e da Doce Doçura, Enock Campos, diz que a fama da concorrente acaba atraindo novos consumidores.  “A fama da Sorveteria da Ribeira faz com que a demanda aos domingos aumente também para as sorveterias ao redor. Aqui vai ficar conhecido como o Calçadão do Sorvete”, afirma Campos, cuja fábrica produziu mais de 200 mil litros de sorvete e cinco milhões de litros de picolés em 2009. A previsão é de alta de 20% para este ano.


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