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ECONOMIA

Ouro atinge maior preço dos últimos 25 anos

JORNAL A TARDE
Por JORNAL A TARDE

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Da Agência Estado



Os preços dos metais dispararam nesta manhã na Ásia e em Londres levando o ouro e a prata a máximas em mais de 20 anos, enquanto o cobre e o zinco bateram novos recordes. O entusiasmo é provocado pela pesada presença de fundos, que vêem a perspectiva de queda do dólar adiante, com a possibilidade de encerramento do ciclo de aperto monetário nos EUA.



As compras são alimentadas ainda pela perspectiva da entrada em operação do fundo "exchange-traded" (que acompanha um índice, uma commodity ou uma cesta de ativos) de prata do Barclays, o qual será o primeiro inteiramente dedicado ao metal. A alta do petróleo nos últimos dias e informações de que a Bolsa de Ouro de Xangai deverá lançar uma roda para negociação exclusivamente de prata também favorecem os metais.



O ouro spot (negociado à vista) atingiu o maior nível de preço em 25 anos, chegando a US$ 580,00 a onça-troy, enquanto a prata superou a marca em 22 anos, cotada a US$ 11,26 a onça-troy.



A prata e o zinco também se beneficiam do momento positivo. Na London Metal Exchange (bolsa de metais de Londres), o contrato de três meses do cobre disparou ao preço recorde de US$ 5.363,00 por tonelada e o zinco subiu ao patamar histórico de US$ 2.645 00 por tonelada.



Às 8h46 (de Brasília), o ouro spot subia 1,05%, para US$ 579,40 a onça-troy. No mercado futuro da Comex, em Nova York, o ouro subia 1,01% para US$ 579,1 a onça-troy. A prata spot subia 2,60% para US$ 11,45 a onça-troy.



Analistas dizem que o ouro deverá continuar subindo, tendo em vista que um número crescente de pessoas vêem no metal um instrumento de garantia de riqueza, por conta da depreciação do dólar em relação a outras moedas, disse o diretor-executivo da Euro Pacific Capital, Peter Schiff. Os países asiáticos, especialmente China e Japão, compram títulos do Tesouro dos EUA e depreciam suas moedas para manter suas exportações baratas, a fim de assegurar que os americanos continuem sendo os maiores consumidores do mundo, acrescentou. As informações são da Dow Jones.



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