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Peixe Urbano encerra atividades sem pagar salários e responder advogados

Da Redação

Por Da Redação

01/04/2021 - 11:02 h

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Site do Peixe Urbano não funcionava há dois meses | Foto: Reprodução
Site do Peixe Urbano não funcionava há dois meses | Foto: Reprodução -

Após fechar as portas e encerrar o site há 2 meses, o Peixe Urbano não pagou os salários de seus funcionários e nem mesmo responde a empresa de advogacia que a representava no Brasil. Os representantes legais do site de cupons admitiram essa situação inusitada em audiência ocorrida na terça, 30, no Ministério Público do Trabalho (MPT).

Os sócios da banca carioca Bracks Advogados Associados disseram na ocasião que não tinham como discutir eventual saída para o problema trabalhista do Peixe Urbano porque não conseguiam falar com Nicolás Leonicio, empresário chileno que é o principal sócio e CEO do Peixe Urbano.

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Em 1º de março, um dos sócios do Bracks questionou o CEO sobre o fim do departamento jurídico e do RH do Peixe Urbano. Como o site estava demitindo praticamente todos os funcionários, o Bracks não teria mais interlocutores dentro da companhia.

“O contato tem como escopo esclarecer, da maneira mais transparente e leal possível, como ficará nossa parceria de anos, tendo em vista a situação desesperadora que (sic) o Peixe se encontra”, perguntou o representante do escritório, acrescentando haver “algumas faturas de despesas em atraso.”

Mas Nicolás Leonicio simplesmente ignorou o e-mail do Bracks. Sem resposta, o escritório enviou nova mensagem 12 dias depois informando que iria renunciar à defesa do Peixe Urbano e que só advogaria para a empresa até esta quarta-feira, dia 31.

Entenda o caso

O site do Peixe Urbano saiu do ar há dois meses, evidenciando uma crise potencializada pela pandemia que já havia levado à extinção de dois escritórios (Rio e São Paulo), corte de metade da equipe e atrasos de salário e de outros direitos trabalhistas.

Sem gerar receitas, Leonicio vinha dizendo que não tinha dinheiro nem sequer para demitir os funcionários, enquanto devia mais de R$ 50 milhões — na estimativa de um ex-executivo — a milhares de ex-empregados e firmas parceiras.

Em março, a companhia desligou finalmente todos os funcionários, mas não pagou a ninguém. Enquanto isso, milhares de usuários estão com créditos retidos na plataforma de cupons.

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