Busca interna do iBahia
HOME > ESPORTES

ESPORTES

Após longa espera, regularizado, Gutiérrez só pensa em jogar

Daniel Dórea
Por Daniel Dórea
| Atualizada em

Seja uma saltenha boliviana ou uma moqueca tipicamente baiana, o gringo Luis Gutiérrez encara. O importante é estar bem alimentado para, após mais de 50 dias de espera, finalmente poder estrear com a camisa do Bahia, domingo, em Pituaçu, diante do Itabuna.

O defensor chegou a Salvador em 31 de janeiro e, dois dias depois, iniciou a bateria de treinos no Fazendão. Desde então, foram 34 dias de trabalho – houve intervalo de duas semanas no período em que ele viajou para defender a Bolívia no amistoso contra Cuba, em 29 de fevereiro – aguardando a regularização, que só veio na última quinta-feira, 22.

Tudo sobre Esportes em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

“Foi uma espera muito longa. Eu não pensava que seria tanto tempo, mas agora já está tudo certo e estou à disposição do treinador para jogar até 90 minutos”, empolga-se o gringo, que diz ainda não ter conhecido os pontos turísticos de Salvador. Foi à Praia do Forte com amigos e pilotou kart em corrida contra os colegas de clube Danny Morais e Ciro. Mora com a esposa e a filha em Praia do Flamengo e sai sempre para jantar em restaurantes das redondezas.

Por sinal, a comida baiana agradou. Desde os petiscos, como bolinhos e iscas de peixe, até pratos como moqueca e carne do sol. Ontem, porém, foi dia de matar a saudade da culinária sua terra. Foi ao restaurante boliviano La Kantuta, ‘escondido’ no Caminho das Árvores há 30 anos, e mandou ver nas saltenhas e pasteis de forno.

Está faltando experimentar o acarajé. “Logo algum amigo daqui vai me levar”, deseja Guti, que diz já entender perfeitamente o português. “O difícil é conseguir me expressar da forma ideal”, pondera.

Lateral - Na hora que a bola rolar para ele, no entanto, não haverá complicações. Falando a língua universal do futebol, o boliviano, que pode jogar tanto na zaga quanto na lateral, tem sua preferência: “Pelo jogo que utiliza o Bahia, será melhor se eu atuar na lateral, mas eu era central no Oriente Petrolero e faço o que o treinador pedir”.

Bom para ele que os dois setores não estão ‘fechados’ na equipe de Falcão. A defesa tem sido criticada pelas últimas atuações e o dono da lateral esquerda, Ávine, ainda não se livrou dos problemas físicos. O reserva William Matheus não convence.

Assim, o negócio é ir logo para o campo. E não vai ter nem aquele papo de adaptação. “Depois de tanto tempo aqui, já me acostumei com o calor – faz muito calor – e com o jeito do time jogar. Estou pronto”, garante.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Compartilhar no Whatsapp Clique aqui

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

Relacionadas

Mais lidas