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Bahia joga com seu máximo

Daniel Dórea, do A Tarde
Por Daniel Dórea, do A Tarde

Decidir em casa no quadrangular final. Essa é a única vantagem para o time que terminar a primeira fase na liderança. Sendo assim, será que é tão importante para o Bahia ficar no topo?

O técnico Paulo Comelli é sensato: “O objetivo é ganhar as partidas e terminar em primeiro, mas pra gente não vai fazer muita diferença a colocação, já que não temos casa”, comentou.

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Mesmo não fazendo questão da liderança, Comelli coloca praticamente o que tem de melhor no jogo desta quarta-feira, 26, às 20h50, contra o Atlético de Alagoinhas, equipe que briga diretamente para ficar com a última vaga na fase final.

O único poupado será, mais uma vez, o goleiro Darci, que voltará a jogar em Juazeiro, no próximo domingo, 30.

Com sete pendurados, seria ideal que todos esses recebessem o terceiro amarelo hoje e descansem no domingo para não arriscar de ficar suspenso na abertura do quadrangular.

Na lista, vão começar o jogo Adilson, Ananias, Cléber Carioca, Marcone e Fausto. Emerson Cris fica no banco e Luciano Baiano está fora por causa de um corte no pé.

Porém, Comelli não vai obrigar ninguém a ser advertido. “Não vamos adotar essa política, pois pode provocar uma expulsão. Além disso, não haverá problema, pois não vou levar ninguém pendurado pra Juazeiro”.

MAIS UM – Um dia depois de anunciar a contratação do meia Cléverson, a diretoria tricolor confirmou outro nome que já vinha sendo especulado, o do atacante Cristiano.

Nascido na sergipana Laranjeiras, Cristiano dos Santos Neves tem 26 anos e iniciou a carreira no São Cristóvão de Sergipe. Depois passou por Corinthians de Alagoas, Ceará, Uniclinic, Confiança, Itabaiana e J. Malucelli. Em nenhum desses clubes conseguiu projeção nacional, que só veio em 2006.

No ano retrasado, ele disputou o Brasileiro pelo Paraná e foi o principal artilheiro da equipe, com 11 gols, apenas seis a menos do que Souza, que na época defendia o Goiás e foi o anotador máximo da competição.

Seu bom desempenho no tricolor paranaense lhe rendeu um contrato com um grande clube, o Palmeiras. No Verdão, ele teve algumas chances como titular, mas, enquanto agradava ao treinador Caio Júnior, não enchia os olhos da exigente torcida.
Saiu do clube paulista no meio do ano e transferiu-se para o Goiás, onde jogou a Série A e marcou só uma vez. A temporada não foi das melhores, por isso, não vinha atuando em 2008, apenas treinava no J. Malucelli.

O jogador tinha chegada prevista para meia-noite desta terça-feira, 25. Já o meia Cléverson foi apresentado à tarde e, segundo a diretoria, estará regularizado para a partida de domingo, contra o Juazeiro, no Adauto Moraes. “É bom porque não quero apagar essa chama que está dentro de mim”, disse ele, que pretende aproveitar seu bom momento, como artilheiro do Novo Hamburgo no Gauchão.

Na sua apresentação, ele explicou por que suas passagens por Atlético Paranaense e Fortaleza não deram certo. “No Atlético, tive uma contusão na coluna, parecida com a do Spirito (atacante que jogou no Bahia em 2006), e fiquei oito meses parado. Fui emprestado para o Fortaleza e tive um início de ano maravilhoso lá, mas depois tive problemas de contrato que prefiro nem comentar”, lamentou.

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